Dungeons and Dragons: Tiny Adventures

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 por Rey Jr.

 

Tiny Adventures é um aplicativo para o Facebook (mais uma desses programas de Rede Social) para divulgar o D&D 4E. O pessoal da Wizards desenvolveu e colocou no ar, com vários bugs como parece praxe, este despretensioso porém cativante web-game. Eu descobri no início desta semana  mas postei só agora que o sisteminha parece estabilizado.

Para jogar você tem que se cadastrar no Facebook. Aliás o facebook tem um aplicativo de Poker muito legal.

O sistema de jogo não leva em conta as regras do 4e, apenas as classes e raças e os personagens já vem prontos, você apenas muda o nome.
E você não joga em si, apenas escolhe uma das aventuras, se equipa e observa os resultados. Nas aventuras você acumula ouro e XP, além de itens que podem ser equipados ou vendidos. Tem também uma lojinha para você comprar as últimas novidades. Na maioria das vezes você só vai ficar querendo, pois os intens são bem caros e no início seu dinheiro é sempre pouco.

Parece bem chato, falando assim mas o fato é que dá pra matar um pouco do serviço com este troço. Seu chefe vai adorar!

Vale a pena conferir.

E é bom adicionar amigos pois eles podem te curar e te dar “Buffs”. Assim, quem quiser me adicionar, procurem por Rey Jr Ooze.
Estou com um Clérigo 4: Samba, Sound of Pelor (cara, ás vezes eu me odeio por esses trocadalhos!!XD).


Idéias para Aventuras - Silence!

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por Rey Jr.

 

 Mais uma Idéia para Aventuras utilizada em mesa de jogo com sucesso, apresentada no saudoso periódico O Olho.

 Esta é muito simples , chegando a ser medíocre, mas além de muitas risadas e diversão esta “Idéia…” ajudará os jogadores a melhorarem suas interpretações, já que dependerão exclusivamente dela para jogar.

 O método consiste em forçar os personagens ficarem mudos, pura e simplesmente. A impossibilidade de falar obrigará os jogadores a lidar com expressões corporais e mímicas. Um mestre “bonzinho” pode privar os personagens de qualquer material para escrita e mesmo que eles consigam escrever, o bárbaro Meio-Orc do grupo não ficara muito satisfeito, magos irão agradecê-lo por toda a eternidade por não poderem recitar suas magias ( “Opa, existem feats para isso, você quem não quis pegar !!” )

 O elemento sinestésico (aquele que envolve o tato e o corpo) é pouco utilizado em RPG, mas que dão resultados muito engraçados quando bem utilizados.

Seguem abaixo alguns ganchos para colocar os personagens (e Jogadores) nesta enrascada:

 

AVALANCHE !!!

 

 

 

Nas montanhas geladas de Garham Durq qualquer passo em falso significa a morte, uma palavra pode encobrir a todos em uma morte rápida … e fria. O gelo aqui é tão instável que até mesmo um trovão é capaz de lançar a catástrofe montanha abaixo.

 Os Trolls do Gelo que vivem na região são peritos em enterrar heróis e depois cavar a procura de pertences … e comida . Num combate direto eles sabem onde atacar para fazer o inimigo gritar de dor e quem sabe selar a própria morte com isso.

 

 

INFÂMIA !

 

Acusando o grupo de uma injúria qualquer ( maldito anão tagarela ) o chefe da guarda pune os personagens com a “Mordaça”. Um aparelho de tortura e escárnio que impede os personagens de falar. A duração da pena varia de acordo com a gravidade da lesão praticada. Velhas fofoqueiras são caladas por 24 horas. Mentirosos e falsas testemunhas são obrigados a ficar calados por 3 dias. A mordaça é retirada duas vezes ao dia por alguns minutos para que o condenado possa comer e beber. E é só .

 Além de não poder falar, comer e beber livremente, esta punição serve como humilhação ou subjugação e os personagens ficarão famosos na cidade (no mal sentido da palavra, claro).

 

 

SHHHHHH !!!!

 

Sim, era para o Dragão estar dormindo. Mas por que o kender queria saber se dragões têm alergia a penas de faisão?

 O Dragão ainda não despertou, mas está quase. E o kender ainda está lá fazendo cócegas nas narinas do infeliz. Alguém precisa chamá-lo, encontrar um jeito de tirá-lo dali, mas como se o garoto é teimoso feito uma porta ? Já dizia o velho ditado “A curiosidade kender matou o grupo”.

Estas foram apenas três das muitas formas de introduzir um elemento inusitado para a mesa de jogo. Ainda existem aquelas salas de tesouro com magia “Silêncio” permanente, onde um predador invisível aguarda e muitas situações inesperadas podem resultar deste básico recurso.

É testar e conferir!

“Ops, acho que agora ele acordou!”

D&D na Casa Branca.

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Essa eu tenho que compartilhar:

Pode parecer que não, mas o D&D é conhecido até mesmo nos altos escalões da política norte-americana.

O Senador John McCain, presidenciável pelo partido Republicano é um auto-proclamado Herói de Guerra.

Segundo ele, na guerra do Vietnã foi feito prisioneiro (Fail!) e recusou-se a ser libertado enquanto seus companheiro permanecessem prisioneiros (double fail!). Bela história. Ninguém desmentiu. Porém é uma história dificil de ser comprovada. A gente aqui no Brasil não entende muito de herói de guerra. Muitos nem sabem o que é MMDC (Não é 2600, em numerais romanos.).

Mas os Democratas tem batido nesta tecla, da falta de provas. E a reação do “Staff” de McCain foi a seguinte e infeliz frase:

It may be typical of the pro-Obama Dungeons & Dragons crowd to disparage a fellow countryman’s memory of war from the comfort of mom’s basement, but most Americans have the humility and gratitude to respect and learn from the memories of men who suffered on behalf of others.

Traduzindo seria algo como:

Pode ser típico do pessoal pró Obama que joga D&D depreciar as memórias de guerra de um conterrâneo, de dentro do conforto do porão da mamãe, mas a maioria dos americanos tem a humildade e a gratitude de respeitar e aprender á partir das memórias de homens que sofreram pelos outros.

Desnecessário dizer que isto gerou inúmeros protestos. E até mesmo a Wizards, através da Hasbro em pessoa, se manifestou. Justo ela que parecia alheia aos clamores populares quanto á erratas na 4E , atrasos no DDI entre outras coisas:

August 28th, 2008

Michael Goldfarb
1235 S. Clark St, Suite M
Arlington, VA 22202

Dear Mr. Goldfarb,

I was disappointed to read the disparaging intent of your comments regarding Dungeons & Dragons (D&D) fans, both in your response to New York Times editors, and on the John McCain campaign website.

Dungeons & Dragons is a global game with millions of consumers in the U.S. and abroad. The brand is owned by Wizards of the Coast, a subsidiary of Hasbro, Inc.

For fans, the game is essentially about heroism and therefore it is not surprising to us that thousands of military personnel play and enjoy the game. Hasbro, in turn, supports the U.S. Armed Forces by sending multiple crates of game products, including Dungeons & Dragons, to our soldiers in Iraq and Afghanistan.

Recently a soldier who saw your comments online said, “Wizards of the Coast (the makers of D&D) has sent care packages to the troops on many occasions, providing free gaming supplies in support of our men and women serving the country overseas to help them decompress after hours. McCain’s people should really check their facts before they spout off. Does John McCain have no idea how many GIs play D&D?”

We would very much appreciate you not making any more condescending comments about D&D — as it is a great game enjoyed by millions of people around the world. Thank you.

Sincerely,
Wayne Charness
Senior Vice President
Hasbro, Inc.

Basicamente o Vice Presidente da Hasbro dando um come-toco no sabichão da equipe de McCain.

Mostrando uma cara-de-pau e bom humor surpreendentes, o tal sabichão Michael Goldfarb prontamente se desculpou:

“If my comments caused any harm or hurt to the hard working Americans who play Dungeons & Dragons, I apologize. This campaign is committed to increasing the strength, constitution, dexterity, intelligence, wisdom, and charisma scores of every American.”

em português claro:

Se meus comentários causaram qualquer dano ou feriram os americanos que trabalham duro e jogam D&D, eu me desculpo. Esta campanha tem compromisso de aumentar os pontos de força, constituição, destreza, inteligência e carisma de todos os americanos.

(Notaram que eles usam letra maiúscula no Americano? E a gente aqui tem que ser brasileiro em minúsculo. É capaz até de reprovar na redação do vestibular se tentar ser um Brasileiro.)

Depois desta espero que o Obama vença com um acerto Crítico.

 

For 11; Con 13; Des 12; Int 18; Sab 09; Car 17. +10 em Nadar

Kit de Sobrevivência - A Lista.

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O Rocha do safo Área Cinza escreveu este artigo no D3System e convidou á mim e alguns outros blogueiros a fazerem seu top 10 do D&D 3.5.
Me vejo agora numa enrascada…
Como irei listar os meus 10 preferidos livros de 3.5 se nem os básicos eu comprei? Diferente do incontável número de “hateboys” que se sentiram aviltados com a 4E depois de terem gasto fortuna com o 3.5, eu me senti aviltado já com o lançamento do 3.5 e decidi que NÃO iria migrar.
Com o passar do tempo o próprio 3.0 foi ficando enfadonho pelo seu sistema amarrado, travado. Acabei indo jogar Demon: The Fallen, Changeling: The Dreaming e nos finalmentes estava jogando apenas AD&D e boadgames (Arkham Horror principalemente). Ou seja, cheguei a “descer” pra segunda edição de tanto asco que peguei da terceira (e sua contraparte “terceremeia”). Por isso abracei a 4E com vontade, afinal eu não comprei quase nada de 3.X (e de 4E já mandei vir até o Campaing Setting de FR, cenário que nunca foi meu forte.). Isso quer dizer então que eu não tenho como dar minha top 10 né? Bom, talvez. Eu posso tentar fazer minha lista entre as coisas que mais me chamaram a atenção entre 3.0 e 3.5, e apesar de declaradamente não ter um profundo conhecimento sobre o material 3.5, farei um Top Five ok? Vamos lá então.

05. Hero Builder’s Guidebook
Um dos primeiros suplementos de 3.0 e provia um bom material com dicas de como deveria se parecer o seu Anão Mago ou seu Meio-Orc Clérigo (Conceitos até então pouco explorados pelos RPGístas)

04. Trilogia Fogo das Bruxas
Uma aventura em três partes que introduzia os Reinos de Ferro. Bom, bonito e barato (ou quase)

03. A Forja da Fúria
A primeira aventura-pronta em que pus as mãos e realmente valeu a pena. Ótima história, ótimos ganchos e um dragão no final. Lacrou!

02. Dragonlance Campaign Setting
O livro em si não está a sétima maravilha… Mas é dragonlance, pô!

01. Draconomicon
Dragões pra todos os lados em um jogo chamado Dungeons and Dragons. Só falta lançarem o Dungeonomicon! Qualidade gráfica excelente e com poucas regras, essencial pra qualquer apreciador de D&D.

Esta é minha pequena lista, espero não ter desapontado aos fanboys de 3.X. Lembrando que listei apenas os melhores livros que tive contato. Devem existir ótimos livros que eu deveria ter posto a mão mas não tive acesso.
E agradeço ao Rocha por me convidar. Estou ansioso pra ver a lista do resto do pessoal.

Erros críticos

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por Kareen Dulak

Pois bem, seguem alguns deles:

 Aventura: Alien X Predador

Sistema: Storyteller

O erro: estávamos tentando fugir desesperados de um bando de aliens, que tentavam entrar em nossa nave. Minha personagem, uma especialista em armamentos, resolveu montar ali mesmo uma bomba que servisse para afastar os aliens. O Narrador então pediu: “Role aí.”

Bem, foram cinco “1″ e NENHUM sucesso. O erro crítico mais crítico que eu já tive. A bomba, claro, deu sinais que iria explodir. Eu saltei para o lado, em busca de proteção e do resto do grupo, o personagem do Eduardo (que o Rey conhece), tentou, na trairagem, puxar um dos outros PCs para frente dele para tentar se proteger. Falhou, então, criticamente nessa tentativa e recebeu a explosão direto no peito. Resultado:  uma nave destruída, e um PC safado morto. A minha PC sobreviveu, já que era a única mulher do grupo e era, afinal, um jogo de Alien, em que a mulher tem que sobreviver. Heehehe.

 ****

Aventura: SOUL

Sistema: Storyteller

O erro: O grupo investigava um matador de carreira (termo cunhado por minha pessoa) e acabaram tendo um confronto com as autoridades corruptas em frente ao cemitério da cidade interiorana. Pouco antes, no hospital da cidade, onde um dos PCs estava acamado, por ter sido baleado durante uma busca em um casarão, o tal PC foi seqüestrado pelas mesmas autoridades corruptadas que pouco depois estariam trocando tiros com os outros PCs. O PC seqüestrado estava amordaçado e amarrado no banco traseiro do carro. Durante o tiroteio, o PC seqüestrado tentou fugir apenas para falhar miseravelmente (1º erro crítico). E os outros, vendo que a batata estava assando, decidiram fugir. Entraram no carro e daí um dos PCs teve uma idéia brilhante: usar o carro para dar uma trombada no carro das autoridades corruptas para impedir que esses os seguissem e ainda os machucariam já que usavam o carro como escudo. E lá foram eles, enfiando a traseira do carro no outro.

Milagrosamente, o PC seqüestrado conseguiu sobreviver. Só que um dos vilões também. Daí veio o outro teste: “Veja aí se você passa despercebido do cara, já que ele parece confuso e está indo embora cambaleando.”

Rolagem de dados e claro: falha crítica.

Vem a setença: “O cara ouve você e lembra do que veio fazer aqui. Então pega a escopeta e lhe dá um tiro no peito.”

Nesta eu era o Narrador.  O esporte é bruto, como dizem.

*******

MEME - Falhas Críticas em Campanhas.

Blogosfera, RPG 8 Comments »

O Phill foi desafiado e me desafiou e eu não sou de desperdiçar um bom desafio quando ele aparece.

Porém,  estou sem tempo de escrever uma das INUMERAS falhas críticas que já ocorreram comigo em campanhas.

Portanto irei recorrer ao bom e velho CTRL+C; CRTL+V pois eu já havia postado uma falha crítica nos comments do blog do Tsu.

Momento 1 - O Caso da Almofada.

Minha Primeira Aventura Gurps.
Primeira aventura de Gurps de todo o resto dos jogadores.
Primeira aventura de Gurps do Narrador.

Estavamos jogando a aventura que vem no fim do livro Básico “Caravana pra não-sei-onde”

Em determinado momento estamos na Taverna e o narrador

“Entrou um cara com uma coisa parecendo um travesseiro. O que voces fazem?”
“Nada.”
“Continuo bebendo”
“Aceno com a cabeça”
Ao que o Mestre continua ” AH ele viu que voce acenou e começa a te provocar, contando vantagens sobre a almofada dele”
DM Interpretando o NPC “Ah, porque minha almofada isso, porque minha almofada aquilo, porque ela é especial, vale mais do que vocês todos juntos, blablablablabla ”
Ficamos nessa cena até o fim do jogo. O cara falando da almofada dele e a gente ignorando. Nenhum jogador entendeu porra nenhuma… Eu mto menos. NPC estranho, nem ligamos.
E ele ficou nos seguindo, quase pedindo pra apanhar. “Minha almofadinha é linda blablabla…”

Aventura finalizada, levei o Modulo Basico pra casa.
E não aguentando de curiosidade fui lá ver o que p. era akele NPC.
Foi então que li e quis matar o Mestre: Lá estava escrito: ” Quando os PJs estiverem na taverna, entra um almofadinha e começa a provocá-los para arrumar uma briga…”

Um almofadinha… Não tinha nada de “Um cara carregando uma almofadinha!!!”
Depois dessa nunca mais jogamos com aquele Mestre…

Momento 2 - Águas  Vermelhas

[…] provavelmente escrevendo não terá tanta graça.

Mas para vocês terem noção eu caí no chão e a sessão de jogo parou por quase 30 minutos pq eu não conseguia voltar ao normal e alguns jogadores nem sabiam o que tava acontecendo.

então era D&D, como sempre… Havia um Meio-Orc, o jogador dele é muito bom, faz personagens bacanas e é cheio de idéias. Este meio-orc tinha o onomatopéico nome de Aaaargh. Segundo ele porque foi o ultimo som que a mãe dele fez antes de morrer no parto. E a mãe dele era Orc.
Era um bárbaro de Força 20, Constituição 17. Nem precisa dizer como era a Inteligencia e Sabedoria do menino né?

Pois Aaaargh liderava seu grupo em uma Dungeon e em seu final eu narrei algo como:

“Vocês vêem uma criatura que lembra um gárgula, mas é envolto em chamas. Ele está de costas pra vocês recitando alguma coisa e debruçado sobre um bloco de pedra. Entre vocês e ele, há um buraco no chão, mas ele é coberto por uma película avermelhada que reluz como água.”

Jogador do Aaaargh: Nos colchoes dos Orcs que matamos lá atrás tem palha?
DM: ?… Sim… tem.
J: Ah eu volto lá pra pegar muita palha.
DM: Tá bem. Você pegou bastante palha.
J: Agora eu enfio por dentro da armadura.
DM: Tá penicando…
J: Foda-se, to estufadão?
DM: er… Tá… tá bem gordão.
J: Então eu saio correndo e pulo de BOMBA naquela piscina de agua vermelha pra molhar o bicho de fogo..
DM: mmmmmm….mmmmm…(segurando o riso)
J: E então? Ele tá molhado?!???
DM:mmmMWUAUHUAUUUUUAHAHAUHAHAHAHAHAHAHAHAH

eu fiquei rolando no chão sem conseguir explicar que aquela “piscina” era um portal pro Inferno e o IMP estava tentando convocar seus “irmãos mais velhos”.
Alguns jogadores entenderam e choraram também.
E o jogador do Aaargh sem entender.

Eu tive que infelizmente matar o carismatico Meio Orc pois no terceiro nível ninguém conseguiria ir buscar o pobre coitado.

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Eu por minha vez convoco:

- Kareen Dulak, puxando a sardinha pro Ooze, porque este Curitibano tem MUITA história boa.

- Avohai Avoloch, do Vinte Faces.

- Armaggedon, do Inominattus.

Way to go, boys!

Animação - E.T.A.

Cinema 4 Comments »

por Rey Jr.

 Sou um fã incondicional de Animações computadorizadas desde Toy Story.
Eu tinha que brigar pra convencer alguém que aquilo não era coisa de criança, aliás, era pra crianças apenas porque não tinha linguagem forte, mas muitas das piadas as crianças não entendiam (ou não deveriam). No filme “Procurando Nemo” eu usei meu sobrinho como desculpa para ir assistir (deos abençoe aos sobrinho(a)s, priminho(a)s, afilhado(a)s…). Cheguei no cinema e só tinha marmanjo.
E hoje em dia parece que todo mundo gosta das animações.
O Smelly Cat é um blog especializado nessas animações. É uma ótima referência.
E foi lá que eu encontrei o curta E.T.A. (Estimated Time of Arrival). Fantástica animação que utiliza MUITOS referenciais nerds, alguém ae consegue enumerar TODOS?
Curtam que vale a pena. Pobre Marvin.

Inominattus, parabéns!

Blogosfera 5 Comments »

 O Blog Inominattus completou seu primeiro aniversário.

E o Ooze Blog deseja mais 3D10+10 datas como esta ao fantástico blog do Marlon e Cia Ilimitada. Como diria o narrador da globo: É um blog bom pra cachorro!

E seguindo o climão Sessão da Tarde, estampo a carteirinha de membro honorário, á lá Daniel-San

Essa galerinha do barulho apronta altas confusões em uma divertida aventura!

 

 

E lembrando também de parabenizar O Covil, que também completou aniversário, mas o CF escondeu o ouro!

 

 Abraços aos irmãos blogueiros, que são os que mais lêem o Ooze.

 

p.s.: Dia 25 de outubro é o nosso. Não posso me esquecer! ehehe

Three-Dragon Ante.

Boardgames, RPG 6 Comments »

por Rey Jr.

Eu estava devendo este post há muito tempo, mas finalmente saiu!

Three-Dragon Ante (Aposta dos Três Dragões) é um JOGÃO e merece ser conhecido por todos vocês.

Vamos principiar pelo princípio:
TDA é o jogo de cartas das tavernas do mundo de D&D. Você pode jogar normalmente, ao inves de jogar o poker de quinta a noite. Mas você pode jogar em meio a sua sessão de RPG, como se fosse o seu personagem, utilizando as habilidades e perícias DELE para incrementar as suas próprias. É , fica parecendo um pouco “cheat” mas é divertido, ainda mais se o jogo fizer parte da história do jogo.
Imagine se ao inves de vencer o líder da guilda de ladinos numa partida de dados, você tenha que vencer numa partida de TDA?
Ou como em minha campanha que começou com uma mesa final de TDA e foi o ponto de partida para a interação entre os personagens.

Mas como se joga isso?

As regras são muito simples, bem como haveria de ser num mundo medieval. O objetivo básico é formar a maior Armada (Flight) com três dragões. Cada carta de dragão tem um número de Força (de 1 a 13), a soma da Força das três cartas que você baixar (sua armada) deve ser maior do que a dos demais oponentes para que você vença e recolha a recompensa (o Pot).

O interessante é o seguinte: Cada cor de Dragão tem um efeito no jogo, só que para o efeito entrar em jogo a Força da carta que você baixar deve ser MENOR ou IGUAL  á Força da carta que o oponente imediatamente anterior a você baixou. Ou seja, para comprar uma carta á mais /roubar fichas do pot/ roubar cartas da mão do oponente/ etc., você tem que praticamente desistir de ganhar o montante das fichas. Pode ser parte da sua estratégia - tendo em vista as cartas da mão - apenas atazanar a jogada de outros, esperando conseguir melhores cartas na próxima rodada.

Geralmente o jogo termina quando 2 oponentes são eliminados (ou seja, rapelados, extorquidos, vilipendiados…) e então contam-se as fichas.
Bom, você pode imaginar um sem-número de variantes para o término do jogo, fica á critério (e paciencia) de cada um.

E tem muito mais de onde saiu isto…

A Aposta

Uma das partes mais interessantes do jogo é o método de aposta. Cada jogador seleciona uma carta de sua mão e a coloca como “Ante”. A que tiver a maior força vence e todos devem compulsoriamente depositar o valor da carta vencedora ao pot. A parte legal vem agora: Todas as cartas apostadas ficam em uma pilha em separada, as “Ante Cards”. E muitas cartas se utilizam dessa pilha no decorrer da rodada.

Mas e a estratégia?

TDA não tem a complexidade e o blefe de um Poker. Apesar do sistema de aposta, TDA não tem Blefe pois a aposta é feita no inicio apenas. Até dá pra adaptar um sistema á lá “Hold’ Em” mas tem que ser muito bem estudado para não interferir co a mecânica do jogo. Pois bem, a parte da estratégia fica por conta das cartas que você tem na mão. Todo o truque do TDA está em planejar á frente. Você ve a sua mão e já tem uma idéia se dá pra vencer aquela rodada. Mesmo que você não tenha as cartas mais altas, você ainda pode ganhar muitas fichas utilizando as combinações,  chamados de Armadas Especiais (Special Flights):

- Armada de Cor (Três dragões de mesma cor):  Faz com que todos os oponentes paguem a você uma quantidade de fichas igual ao valor de força do SEGUNDO dragão mais forte de sua Armada. Exemplo: Se você baixar três dragões azuis de Força 3, 7 e 9 os oponentes todos tem que lhe dar 7 fichas cada um.

- Armada de Força (Três dragões com o mesmo valor de força) :  Você rouba do pot um número de fichas igual á Força utilizada e além disto pega todas as Ante Cards que ainda estiverem na pilha.

Me paga 4 e tá tudo certo!

Além dos dragões, existem também os mortais. Estes não podem fazer parte de uma Armada Especial, ou seja, você não ganha nada se baixar 3 mortais e nem se baixar um mortal de força igual aos outros  dragões de sua Armada. (Nota: Eu particularmente discordo desta regra e acho que seria muito legal mesclar Dragões e Mortais).
Os mortais são serezinhos malditos que te cobram em ouro para entrar em ação, além claro do pré-requesito de ter força igual ou menor á carta que o oponente anterior baixou. O trunfo dos mortais é que eles são os mais drásticos. O Dragonslayer mata um dragão oponente de força menor que a dele. O Druida faz com que a Armada MAIS FRACA vença (é um sacana!). Portanto, os mortais cumprem o seu papel: Pentelhar os dragões.

É ou não é um safado !?

TDA, 4E e D&D.

Three Dragon Ante não tem relação direta com nenhuma ediçao de D&D. Porém, o criador de TDA é Rob Heinsoo, um dos “Cabeças” do 4E.
Desde a criação do TDA que tio Rob vem botando as manguinhas de fora. Á partir daí ele criou Inn Fighting e este jogo sim, tem elementos de 4E. Heinsoo já estava preparando o terreno.
O TDA tem em suas regras básicas ganchos para aventuras utilizando o jogo como acessório e também algumas regras para usar as perícias dos personagens para mudar as regras do jogo. Eu bem que gostaria de ver uma atualização para 4E já que o sistema de perícias mudou.

Preciso mesmo?

SIM ! Todo grupo de D&D tem que ter este jogo. Ele serve Inclusive pra uma partida rápida enquanto o DM não chega. E é um acessório divertido em muitas situações:

- Uma cigana lendo Tarot com cartas de TDA
- Um Deck Mágico onde cada carta teria um efeito próprio
-  O instrumento de aproximaçao do carismático ladino: “Alguém topa uma apostazinha inocente?”

Enfim, TDA pode fazer muito bem para o seu grupo dentro e fora de jogo.

E olha que nem falei sobre o Bahamut, Tiamat e Dracolich…

UPDATE:

Ficha Técnica

Onde Comprar: Ebay (Ooze recomenda, sem jabá!) ou Moonshadows (Sob encomenda)
Preço: ~U$ 20,00 (com o frete)
Número de Jogadores : 2- 6
Idade Recomendada: 12+
Autor: Rob Heinsoo
Publicado por: Wizards of the Coast.
Componentes: 1 Deck 72 cartas + Livro de Regras.
Requer: Fichas ou contadores.

Todos os blogs num só?

Blogosfera 9 Comments »

 Bem eu acho que era segredo… E provavelmente eu não deveria estar postando isto agora, mas meus dedos coçam pra espalhar boas novas sempre que as vejo.

O “mega-boga” Bruno Tarmann além de ter dado partida em uma bela iniciativa sobre envio de livros (mais sobre isso quando chegar a minha vez…) está criando o RPG Brasil, um blog que irá reúnir o conteúdo de vários outros blogs de RPG e á partir dali redirecionar para os posts originais. Achei a idéia de um altruísmo fantástico, que vai facilitar a vida de muitos leitores e até de outros blogueiros que queiram ficar por dentro do que ocorre na “blogosfera de RPG”.

O site ainda está em construção, o lay-out está ficando pronto, mas já dá pra ver o que vem por aí.

Todas as novidades, vou deixar á cargo do próprio RPG Brasil que promete muito mais do que apenas redirecionamento. Merece nossa atenção e aplausos.

Se era surpresa eu estraguei. =(

Mas mesmo assim, seja bem vindo RPG Brasil, que sua vida seja longa e seu blogroll extenso !

Lobo Solitário (mas não deveria)

Livros, RPG 3 Comments »

Lone Wolf - Logo

por Kareen Dulak

A série de livros-jogos do Lobo Solitário (”Lone Wolf”, no original) foi lançada no Brasil em meados dos anos 90 (ainda no século passado!) e cativou muitos fãs devido a ser uma das poucas aventuras-solo em que a qualidade do texto era similar ao de livros regulares; além do atrativo de ser uma aventura realmente em série, com o mesmo personagem-título vivendo todas as aventuras da série (ao menos, até o livro número 20, mas não se animem, no Brasil a série só chegou até o 4º livro). No entanto este último fator também provocou a derrocada da série em terra brasilis, com nosso mercado editorial incapaz de sustentar a diminuição contínua de leitores que livros seqüenciais provocam naturalmente. Assim, desde aquele curto período em que o Lobo foi um pouco menos Solitário, não há qualquer atenção do mercado editorial brasileiro para o cenário de Magnamund e os personagens que nele vivem. Mas isso é aqui.

Na Inglaterra, terra da Rainha e de Bernard Cornwell, a Mongoose Publishing após alguns anos de ostracismo do Lobo Solitário, decidiu relançar a série de livros-jogos desde o primeiro número até o último (e ainda mais quatro, especialmente feitos para a nova série) além – e talvez particularmente – do RPG do Lobo Solitário, Lone Wolf – The Roleplaying Game, utilizando a licença aberta OGL.

Não somos namorados…

O livro de 304 páginas e capa dura é completo, contando com as 07 classes de personagem que seguem até o 20º nível, descrição das perícias, dos equipamentos disponíveis (incluindo itens mágicos e únicos), das nações e regiões que compõem o cenário de Magnamund, das formas de combate (incluindo combate psíquico), de situações diversas como envenenamentos, doenças, design de dungeons, uso de armadilhas, etc, e o último capítulo contém um bestiário com informações sobre dezenas de criaturas. É efetivamente o único livro necessário para não somente começar a jogar como, também, continuar jogando por bastante tempo.

O cenário descrito é o mesmo dos livros-jogos, no entanto, por razões óbvias, ocorre décadas antes do surgimento do Lobo Solitário e da destruição do Monastério Kai, dando a oportunidade dos personagens resolverem os problemas que, nos livros-jogos, recaem nos ombros do último dos Lordes Kai (basicamente, o mesmo que ocorre em adaptações rpgísticas do Senhor dos Anéis). Desse modo, cabe os personagens lidar com a ameaça dos Darklords, que a todo o momento fazem seus exércitos pressionarem as nações do Norte até a submissão completa, além instigarem as nações livres uma contra a outra através do uso de espiões e agentes; impedir que os Cener Druids lancem sua pestilência; batalhar contra os Shadakis; desafiar o mal que reina em Kazan-Oud; encontrar as Lorestones of Nyxator; enfim, dezenas, centenas de oportunidades de aventuras. Essas que citei são apenas aquelas aventuras mais amplamente conhecidas, entretanto a descrição de cada localidade traz bons ganchos de aventuras para qualquer um que leia procurando por eles.

 Parece a Pangéia, mas não é

 As sete classes presentes são detalhadamente construídas (algumas delas chegam a contar com 10 páginas de descrições, a maior parte destinada a esmiuçar os diversos poderes da classe) para que o uso das Proezas (”Feats”) não seja necessário, o que produz dois resultados: 1) fica mais fácil de jogar, 2) uma maior diferenciação entre as classes, já que os poderes são únicos e não são acessíveis às outras classes. E por “poderes”, leiam “qualquer habilidade, sobrenatural, mágica ou não que as classes permitam realizar”. Assim, manobras com a espada ou com o rifle são equivalentes à capacidade de lançar feitiços e se mesclar com o ambiente.

Lone Wolf olhando um meteoro vindo na direção dele

As classes presentes são:

- Brother of the Crystal Star (os magos por exelência),

- Dwarven Gunner of Bor (artilheiros que usam armas de fogo - pistolas e rifles),

- Kai Lord (monges casca-dura),

- Magician of Dessi (elementalistas e manipuladores da matéria),

- Shadaki Buccaneer (os melhores marinheiros e piratas de Magnamund),

- Sommerlung Knight of the Realm (os brutos da linha de frente, normalmente da nobreza), and

- Telchos Warrior (povo bárbaro do deserto que aprendeu a domar e utilizar a besta interior do ser humano).

No princípio fui levado a crer que todas as classes estavam equilibradas entre si. Eu estava errado. Uma classe em particular mostrou em jogo ser mais forte que as demais e não foi surpresa alguma ver que tal classe é a do Kai Lord (a mesma “classe” do Lobo Solitário), enquanto a mais fraca, a do Dwarven Gunner of Bor, que também foi utilizada, passou a nítida sensação de ser daquelas classes que funcionam perfeitamente nas mãos de NPCs, já que os poderes deles são úteis, mas não superaram os dos demais e acabam sendo isso mesmo: utilitários.

São classes que servem ao cenário (no D&D usual, é o contrário, sendo que o cenário serve de palco para as classes) e, por isso, devem ocupar certos nichos e atividades dentro do mundo o que acaba por deixá-las desequilibradas, no entanto são essenciais para explicar como o cenário veio a ser como é e porque as coisas funcionam de determinado modo.

Exemplo: Todos os Magician of Dessi são, claro, de Dessi (ohhh, nããooo, mesmo?). E todas as pessoas em Dessi têm a mesma linhagem de sangue, o que torna restringe os Jogadores na hora da criação de seus personagens, mas automaticamente torna todos os Magician of Dessi membros de algo ancestral e sabem que poderão contar a com o auxílio, quando possível, de seus irmãos.

Outra particularidade é que o próprio livro não recomenda “multiclasses” para os personagens. Primeiro por uma razão lógica: usualmente o personagem obtém uma classe após anos e anos de treinamento intensivo, e a não ser que os mais anos e anos sejam usados para adquirir uma nova classe, não terá como. Se isso não fosse suficiente, há algumas outras obrigações: é necessário ser descendente dos Shianti para estar apto a obter a classe dos Magician of Dessi; é necessário ser um anão para tornar-se um Dwarven Gunner of Bor, e nascer em Telchos para se tornar um dos Warriors deles. Essas necessidades, sem uma mãozinha do Narrador, impedem que qualquer um que não tenha desde o princípio antevisto essa mudança de classe possa, no correr das sessões, adquirir uma dessas classes. Segundo por uma razão prática: os poderes de alto nível são melhores do que os poderes de baixos níveis.

Ou seja, é um livro que na parte de classes acaba sendo pobre em classes efetivamente equilibradas, mas é tão rico em seu cenário que faz a tarefa de editar os poderes das classes mais fracas algo menor ante as possibilidades presentes.

                 

Venha para o mundo de Ma… gnamund

Dois suplementos já foram lançados, também pela Mongoose: The Darklands, detalhando o ambiente em que vivem os Darklords e seus servos, além de trazer novos monstros e a ficha de cada um dos 13 Darklords; e Magic of Magnamund que detalha novas classes: Cener Druid, Sages of Lyris, Shianti Sorcerer, Shadakine Witch, Kundi Mystic, Vakeros Knight e o Herbalish, além de trazer novos usos de magia e duas Advanced Classes: Agent e o Emissary. O mesmo porém das classes do livro básico se repetem aqui: classes amplamente desequilibradas entre si (o Shianti Sorcerer, por exemplo, traz a recomendação para que não seja usado pelos PJs, tal é seu poder), todavia servem para dar estofo ao cenário, pois tem papéis importantes neste. Ambos não são essenciais, mas trazem ainda mais detalhes e riqueza ao que foi apresentado no livro básico.

Na minha avaliação amplamente parcial, o Lone Wolf – The Roleplaying Game traz um dos melhores cenários de jogo com as melhores classes para jogar (tal a profundidade e detalhamento), contudo é necessário atentar que aqueles que buscam jogar “pelos números” podem acabar se frustrando ao ver outros personagens mais fortes do que o dele, sem estarem em nível superior.

Recomendado para jogadores que dêem mais importância para a interpretação do que para a ficha do personagem.

*****

It’s D&D !!

Geral, RPG 5 Comments »

 O Phill fez um post sobre Comunidades de RPG engraçadas.
E não é um post estranho, pois uma das maiores características do RPGísta (pelo menos o brazuca) é o bom humor e a irreverência.
Vale lembrar que um dos RPGs que mais venderam no Brasil foi o Defensores de Tóquio. (OK, o preço ridículo ajudava, mas que era engraçado, isso era!).

Pensando nisso eu abandonei uma premissa própria de não ficar postando “qualquer besteira”. Aliado ao fato de que estou escrevendo um post um pouco mais cuidados sobre um jogo que vocês TEM que conhecer (fica pronto provavelmente até o fim da semana), resolvi postar alguns vídeos, que provavelmente muitos já conhecem, mas que mostram esta capacidade do RPGista de rir de si próprio.

Eu particularmente adoro quando aparece personagens jogando RPG nos filmes ou em séries.

O primeiro vídeo é do Stephen Lynch. Esse cara é hilário, olha a música que ele fez:

Se quiserem a letra da música, é só clicar.

E abaixo uma cena conhecida por todos nós. Uma típica sessão de RPG, interpretada pela galera do 8-bit:

Pra não dizerem que não amamos as mulheres (D-us sabe que eu adoraria que minha namorada participasse de uma sessão):

E pra quem acha que D&D é só pra Nerd Esqusito, eu respondo que existem OUTROS esquisitos que curtem também:

É, o RPG pode ser bem engraçado… e muitas vezes pode ser hilário. Recomendo á todos que assistam á Gamers:

Porém, certos filmes podem dar a impressão errada sobre nosso Hobby. e a isto temos que ficar atentos:

E existe outro tipo de “impressão errada”. Creio que vocês também se perguntam “Porquê, Senhor, porquêêê???”

O mundo do RPG tá cheio de bizarrices. Mas - whattahell - como a gente gosta disso!

Snikt!

Cinema No Comments »

Oh Boy!

Dead Pool e Gambit? OH BOY!

1º  de Maio de 2009 vai ser o dia DO trabalho!

Mortal Kombat x DC Universe - Demo

Videogames 6 Comments »

Por Rey Jr.

Que droga… lá se vão mais preciosas noites de sono!

Resposta ao Pseudo MEME de Tarot.

Blogosfera 10 Comments »

[Edit: Mais links, até de fora da Blogosfera de RPG! Phil quem me deu o alerta]

U-OU!!!

Meus caros aspirantes á Mãe Diná:

Fiquei espantado com o número de respostas que este faz-de-conta-que-é Meme gerou. Foi fazendo uma visita ao Blog de meu amigo Torik  que vi um teste sobre Tarot, achei interessante e casual. Eu precisava atualizar o Ooze e estava sem tempo, então resolvi postar e jogar pro pessoal, pra descontrair. Qual não foi minha surpresa quando notei que muitos colegas blogueiros tinham participado e mais, postado em seus blogs este teste que parece saído de alguma revista teen.

Isso mostra que o pessoal tá bem unido. OU então que todos roubavam as revistas da irmã pra fazer aqueles testes da Capricho! RÁ!
Essa é a lista do pessoal que participou. Os links indicam os posts diretos ou o site de quem apenas respondeu via “comment”. Se mais alguém respondeu e eu -  imperdoavelmente - esqueci, me perdoe.  Mande um comentário e eu adiciono!

Atsumi
A Matilha (Vários posts!!!)
Aventuras da Era Hyboreana
O Covil
Vinte Face
Ambrosia (am-bro-SÍ-a, viu?)
Inominattus
A Ordem do Graveto
Dados Limpos
Urina Negra
RPGista
Luma Kimura (Se não me engano conheci seu namorado no EIRPG!)
Trash Happens
Sweet Blue Days
Flowers: Apaixonada pela vida
 Fairy Dreams
Publicano (1º Narrador de um live de Demon de Recife!)
Hamister Tower
Criativa RPG

Ufa! Teve bom, né? Obrigado a todos que roubaram a Wicca Teen da irmã participaram. To pensando em fazer um Meme com Búzios e Encruzilhada, que acham? ;-)

Meme - Dercy Gonçalves, o RPG!

Blogosfera, RPG 4 Comments »

” Ô cara! Vai tomar no c…”

O Phill me convidou e aceitei de pronto:

Homenagens Póstumas são uma injustiça, não? A pessoa se esforça em vida pra ter reconhecimento e muitas delas só fazem sucesso quando morrem .

Não foi o caso da Dercy. Ela recebeu inúmeras homenagens em vida (ou não-vida, como veremos abaixo) e nada mais justo que nós RPGistas homenageemos também a Babá de Tutancâmon, a parteira de Matusalém, madrinha da Hebe, enfim este ser repleto de vida que vai ficar de pé mesmo depois de falecida. (Dizem que Dercy não faleceu, apenas voltou pra casa.)

A homenagem mais justa que podemos prestar-lhe seria uma bela ficha de RPG. No meu caso será um dos Adversários mais respeitáveis do mundo do RPG, seja pelo seu poder, seja pela sua inabilidade de morrer:

 Lechy Gonçalves, O Lich Boca-Suja.
Nível: Baixo.
Experiência: Faraônica.
Visão: Amber-Vision
Defesas: 17 Anti-Cristo (Porque Carnaval é coisa do Capeta!); 19 Fortitude (precisou de 3 mil pneumunias pra derrubá-la) ; 20 Will (Força de Vontade maior do que de Moisés.)
Imune: Doença (Ok, nem todas),  Mau-Humor.
Resistência:10 Alzheimer.
Saving Throws: +2 vs. Plásticas.
Pontos de Ação: 1x 10³ (Vai ter disposição assim…Lá em Madalena!)
Pontos de Vida: 36.865 (1 HP pra cada dia de vida)
Regeneração: 10 (15 se estiver adjacente á Ivo Pitangy).

PODERES
Mestre do Riso (menor; Recarga 5, 6)
Lechy Gonçalves reganha o uso de um Poder por Encontro já utilizado

Aura de Riso: aura 5
Qualquer criatura viva que entre ou inicie seu turno dentro da Aura sofre 5 pontos de dano de Riso e fica Prostrado até o início de seu próximo turno.

Piada Infame (Standart; Encontro); Alcance: “Close Burst” 20 (No Teatro); Alcance Nacional (No SBT)
“Lechy inventou as piadas do Arco-da-Velha”
Para Acertar: +10 vs Will;
Dano: 2D8 + 5 Dano de Riso e o Alvo garante Vantagem em Combate até o fim do próximo turno de Lechy.

Injúrias (Menor; Á vontade); Alcance: 20
“Lechy é capaz de lhe insultar das formas mais ultrajantes. E você vai gostar!”
Para Acertar: Acerto Automático. (Não há como escapar de um “Seu Viaaado!” bem colocado.)
Dano: O alvo perde seu turno tentando encontrar A p*** que o pariu.

Teste de Conhecimento sobre Lechy Gonçalves:

História CD 10: É um dos seres mais ancientes do mundo, nascida no Interior do Rio de Janeiro. Naquela época a região era conhecida como Pangea.

História CD 15: Lechy Gonçalves conhece todos os palavrões do mundo. E inventou a metade deles.

História CD 20: Lechy Gonçalves foi a primeira mulher de Adão. Se divorciou quando Adão a flagrou com a cobra da Macieira.

Táticas de Lechy Gonçalves:

Primeiro  ela te ignora. Quando você tenta chamar atenção ela se vira repentinamente lançando um “Que é ô cara!”. Utilizando seu round de surpresa, Lechy dispara uma saraivada de Palavrões, sacudindo sua bengala.

 


“Vai tomar no c…, poooowrra!”*

 

 Por minha vez, Repasso o MEME: Dercy - Monstra Sagrada (Em vários sentidos) - para a Galera Apelona do Dados Sujos.
E andem logo com esta Bagaça, poooooooooooorra!

* Obrigado Dercy por mostrar que palavrão também é cultura. Ou não.

Batman - The Dark Knight (Why so Serious?)

Cinema 11 Comments »

 Eu já disse que não sou crítico de cinema.

Mas existem certos filmes que eu realmente não consigo me conter e PRECISO dar minha opinião.

Eu não sei se este post conterá Spoilers ou não (Edit: Tem spoiler pra p***!!), vou escrevê-lo na onda do pensamento . Mesmo assim, assista ao filme antes de ler qualquer crítica.

Você vai continuar a ler? Então …

  Let’s put a smile on that face…

Quer saber a história dessa cicatriz?

 

 Dark Knight apresentou o que ao meu ver se tornou o Maior Vilão do Mundo.
Você pode se enojar com Hannibal Lecter, você pode adorar o Venom, você pode se empolgar com o anti-herói Riddick mas você tem que amar o novo Coringa. Sem explicar de onde e como veio ele explica o que ele é: Um agente do Caos. E sem dizer você também conclui: É um gênio.
O filme todinho se dá seguindo planos arquitetados pelo Coringa, que logicamente alardea que não tem planos para nada. Você vai perceber que desde o início é o Coringa quem dá as cartas e todos ficam correndo em volta, ou atrás dele.
Diferente do antigo Coringa, sua pele não é branca com maquiagem cor da pele. Aqui ele é mais “real”. Insano por natureza e com uma genialidade típica de pessoas que enxergam o mundo como uma grande piada.
Sem querer dar muitos detalhes, deixo a discussão para os comentários. Mas como eu disse ao Kareen: Neste filme o Batman virou o Mordomo Alfred do Coringa.
E sim, o Coringa é bom de porrada!  E o melhor, não sente dor (pelo menos não como eu e você.).

O Melhor filme de Heróis de todos os tempos?

B:TDK não é só o melhor filme de herói de todos (Este filme deve muito ao antecessor; os dois juntos se tornam completamente imbatíveis.) , ele entra facilmente na categoria de melhor filme de ação, melhor atuação (a atuação de Ledger está irreconhecivel, haja visto seus outros filmes e eu poderia fazer um post todinho sobre ela, mas não vou.) e o filme com mais cenas “OMFG!” (Oh My Fckng God!) dos últimos tempos, tipo a Joker’s Pencil Trick.

Porque eu tive a sensação de que TUDO fez parte do plano deste cara?

Comparando com filmes de outros heróis, você percebe que a Crise-de-identidade por que passaram o Novo Super-Homem e o Emo-Aranha são risíveis diante dos dilemas por que passam Bruce Wayne e Harvey Dent. O roteiro é todo muito bem amarrado, assim como no Begins e não existem cenas fúteis, que não levam á nada. Nesta linha o que existe é uma atriz bem abaixo da média, que entrou no lugar da Sra Cruise. Não que a atuação da última seja uma maravilha e a da primeira seja péssima: as duas são medíocres iguais neste quesito. Porém, Katie é bem mais “fotogênica” digamos. “E que me desculpem as feias, mas…”. Este desejo de que uma personagem morra logo, como a nova Rachel Dawes transmite não é suficiente pra arranhar o brilhantismo do filme. E brilhantismo é maneira de dizer, porque o filme é bem Dark!

 Why so Short?

Alguém sabe porque todos estão cobrindo o olho direito?

 O filme tem 2:30h de duração. E quando termina você pensa “Ah, já acabou? Não vai mostrar mais um pouquinho do Coringa?”.
Sim, como com tudo mais, ele realmente rouba e taca fogo no filme.
Mas não irei cometer o sacrilégio de dizer que este coringa é melhor que o outro (apesar de eu preferir o mais insano ao mais cômico.).
São estilos de filme diferente, são visões diferentes sobre um mesmo personagem e me dá pavor de pensar o que Jack Nicholson faria com este papel se fosse uns 30 anos mais novo.
O Begins deu a deixa para a entrada do Coringa. O segundo, aparentemente não dá deixas. Será que não? Creio que terei que assistir mais algumas vezes porque devo ter perdido algo. O normal seria vir o Pinguim ou o Charada. Mas o normal não existe quando se trata do Cavaleiro das Trevas.

Que venha o DVD com 5 Cds de Bonus!  Sonhar não custa…

 

E não é que a bat-motoca ficou bruta?

Da série Conseqüências da Vida Aventureira – Parte 5

RPG 14 Comments »

 Porque Temerário rima com Otário. 

por Kareen Dulak 

A aventura. Muitos já se perguntaram isso, e muitos ainda não, contudo qual será a resposta mais freqüente a pergunta: por que os PJs sempre vão em busca do da aventura (e de seu companheiro canalha, o perigo)? Alternativas de respostas não faltam, saindo desde a busca por tesouros e indo até a glória, a realização pessoal e o Bem maior. E qual seria a verdadeira?

Por um lado eu creio que todas elas são, mas por outro nenhuma. E é este outro lado que me interessa debater aqui, um lado mais obscuro e desconhecido e, mesmo assim, praticamente onipresente (nas mesas em que já joguei, o “praticamente” é cortado). E estes motivos são: a necessidade e a negação da impotência! 

Sim a necessidade de ir atrás da aventura. Não falo da necessidade mais profunda, do tipo “preencher o vazio da culpa pelo sangue das batalhas” ou “faço isso para que ninguém mais tenha que fazer”. A necessidade de que eu falo é algo extrajogo, algo que os PJs não tem acesso, mas os Jogadores dificilmente se livram. Refiro-me à necessidade que os Jogadores têm de fazer algo!

Se o Mestre diz: “Há problemas lá”, e os Jogadores respondem “E daí?”, e esta mesma cena se repete inúmeras vezes durante a sessão, o quê os PJs fariam? Ficariam andando pra cá e para lá, errando pelo mundo e ouvindo descrições do Mestre. Os Jogadores PRECISAM ir atrás da aventura. Não é nada patológico, calma. O sentido que quero passar disso mora na falta de razão que isso tem para acontecer. Jogadores são como abutres famintos só esperando o Mestre dizer “Vocês ouvem ruídos do outro lado”, para caírem arrebentando em cima da presa.

Existe aquele sentimento de “se o Mestre descreveu é porque é importante” e, pior, “se está na aventura é porque eu posso lidar”.  E é aí que está o problema: jogadores raramente interpretam o Medo ou exercem a cautela ao ponto de recusar um desafio. No D&D tal condição é mais evidenciada, pois existe o “Nível de Desafio”, no entanto independente do jogo, o corriqueiro é que os Jogadores assumam que qualquer coisa que não seja o óbvio ululante – Jogadores sabem que não podem sair no braço com um Antediluviano, por exemplo – é algo com que eles não somente PODEM lidar, como também DEVEM lidar. É a aventura, afinal.

O plano deles era: um na frente e dois flanqueando. Só que o monstro era, também, um bárbaro…

Para os PJs entrar numa situação que parece suicídio certo é algo comum – até porque muitos vêem nisso a raiz do heroísmo –, pois para os Jogadores a situação que parece levar ao suicídio é apenas a sessão do dia. Será que é duro perceber a impotência do personagem perante certas situações?

É fácil para os Jogadores reconhecerem que não podem derrotar certo Monstro, ou vencer contra certas probabilidades claras. Porém é BEM mais difícil eles reconhecerem que não podem ajudar. Que certas coisas não têm de ser como são, mas não há nada que eles possam fazer para mudar. Não no momento, ao menos. Mas recuar parece doer no âmago. Ecoa como aquele momento que lembra os Jogadores da vida real, da impotência humana ante tantas coisas.

Há tempos que o meu sistema de jogo funciona de modo aberto: no começo eu descrevo diversas situações que estão ocorrendo e que os personagens têm conhecimento. Não há uma “missão” definida e nem a obrigação de se envolver no que está acontecendo; eles podem, portanto, ir procurar outro algo para fazer. Entretanto encontra-se definido as causas e efeitos das diversas situações e independente de quando – ou se – os personagens se envolverem, elas não mudarão.

Por exemplo: eu descrevi entre várias situações, uma circunstância que estava ocorrendo com no pântano, onde os moradores da região relatavam ataques de homens-sapo que, outrora, viviam na parte longínqua do pântano e raramente causavam algum problema. Os personagens – de nível 3-4 – decidiram ir se envolver nisso. Lidaram com os homens-sapo e descobriram que havia algo que os amedrontara e os expulsara da região central do pântano. Os PJs não pensarem duas vezes e foram lá. E lá estava o Behir. Um Behir, para quem não conhece, é um monstro que palitaria os dentes com personagens de 3º ou 4º nível. É, portanto, um desafio muito superior ao que os PJs poderiam lidar na base da “porrada”. Tiveram que conversar, implorar, chorar um pouco, dar alguns presentes, fazer certas promessas e irem embora, agradecendo pela vida que ainda havia dentro dos corpos deles.

Foi um momento em que um dos Jogadores reclamou enquanto os outros dois interpretaram. A reclamação foi sobre o famigerado “nível de desafio”. O Behir, para ele, não deveria estar ali. Devia ser, no máximo, um Ogro. E olhe lá. Mas era um Behir e continuaria sendo um Behir, mesmo que os Personagens fossem lá com 30 níveis nas costas e pegassem o Behir como bichinho de estimação.

Outro exemplo: em uma aventura meu personagem, um Paladino, viu um Gigante atacar um vilarejo de anões. Eu corri para ajudar. Eu estava no 1º nível. O Gigante viu meu personagem, pegou uma pedra e arremessou-a, acabando com minha curta – e bastante estúpida – carreira.

Eu nem sempre fiz assim, mas aprendi que o cenário não deve funcionar ao redor dos PJs. O cenário deve apenas funcionar. E os personagens interagem com ele da melhor maneira que puderem. 

Para terminar apresento uma frase dita para mim pelo Jogador que reclamou: “Não se deve colocar desafios acima do nível dos PJs.” Alguém concorda?

******

Mais Erratas do 4E.

RPG 6 Comments »

 Eu não vou nem comentar.

Apenas agradecer ao amigo Zé Carlos, esse bastião de atualizações da 4E.

 PHB (Errata 2)

 DMG (Errata 2)

 MM (Errata 2) 

Bah, pro diabo! Vou comentar sim!

Aquele combo mega-ultra-dadossujos-bombado que comentei anteriormente foi corrigido. Eu já sabia !

A maioria das correções no PHB são explicitações de coisas que a maioria das pessoas de bom senso utilizavam, como Cleave atacar 2 alvos diferentes e Sneak Attack ser utilizado apenas uma vez por turno. Outras correções foram alterações sutis.

O DMG foi alterado drasticamente, em minha opinião, com a alteração das regras básicas das Skill Challenges e da famosa “Tabela da Página 42″. Mudou pra melhor. Mas em todos estes anos de Playtest não deu pra deixar “redondo” para a publicação? É duro!

O MM como sempre alterando e corrigindo dados de monstros. Aplique aqui a frase em negrito acima.

p.s.: Num compro o 4.5 NEM NA BALA, MALUCO !

MEME (?) - Que carta de Tarot é você?

Blogosfera 17 Comments »

Sem tempo para escrever algo que realmente precise parar e pensar (Não que eu o faça sempre) resolvi postar este teste. Quem quiser fazer e postar, vai ser bacana ver quem é o que.
E olha que o meu é invocado!

You are The Devil

Materiality. Material Force. Material temptation; sometimes obsession

The Devil is often a great card for business success; hard work and ambition.

Perhaps the most misunderstood of all the major arcana, the Devil is not really “Satan” at all, but Pan the half-goat nature god and/or Dionysius. These are gods of pleasure and abandon, of wild behavior and unbridled desires. This is a card about ambitions; it is also synonymous with temptation and addiction. On the flip side, however, the card can be a warning to someone who is too restrained, someone who never allows themselves to get passionate or messy or wild - or ambitious. This, too, is a form of enslavement. As a person, the Devil can stand for a man of money or erotic power, aggressive, controlling, or just persuasive. This is not to say a bad man, but certainly a powerful man who is hard to resist. The important thing is to remember that any chain is freely worn. In most cases, you are enslaved only because you allow it.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

 

 

Que medo!

EIRPG 2008!

Blogosfera, Geral, RPG 9 Comments »

 Era pra eu ter postado ontem, mas foi feriado no estado de São Paulo.

O Evento deste ano foi Muito Bom!

Não tão bom quanto nos primórdios, e isso credito ao fato de eu ser mais jovem e tudo ser novidade, mas não tão ruim quanto ano passado, que literalmente passou batido. Não fosse a formatura do meu brother Rinaldo, teria sido dinheiro pela janela!

Este ano foi especialmente bom, principalmente pelo Encontro de Blogs de RPG.

A viagem para o encontro foi uma das mais longas, mesmo tendo ido com uma caravana. É que não era o “meu pessoal” então a gente fica deslocado mesmo, mas o pessoal era gente boa.

Logo de cara, após colocar uns livros á venda (Com fóssil de lagartixa e tudo ¬¬) fui para o Encontro de Blogs e já tinha bastante gente. Muito mais do que eu imaginava, porém algumas ausências foram notadas. (Né Edy!)

O tempo foi curto pois apareceram muitos blogueiros e cada um deles tem muito conteúdo, muito á dizer e contribuir. Fiquei muito impressionado com o “Ao cair da Noite“, um RPG independente que merece muitos aplausos.
Além, claro, de outros projetos como o Criando RPG e a iniciativa D3 System cujo objetivo é divulgar cada vez mais o RPG.
Vai ser dificil listar todo mundo que foi no evento e para não ser injusto, vou apenas dizer que foi muito legal conhecer pessoalmente a galera que está escrevendo sobre RPG mesmo que informalmente.
O Encontro de Blogs terminou com uma pequena discussão sobre a Monetização e com o Wallace discordando, como sempre ;-D ehehe.

O resto do Sábado foi tranquilo, não assisti a nenhuma palestra e o Stand da Devir não estava grandes coisas a não ser pelos livros de 4E e Lobisomen, Os Destituídos. (Facada, com dano agravado!).

Domingo mestrei uma aventura de 4E pela RPGA e foi muito boa, espero que os jogadores também tenham gostado. (Vai Rinaldo, hora de descer a lenha!). Ganhei um vale-lanche com o qual não se podia comprar refrigerante, uma camiseta bacanuda do Evento escrita “Narrador” atrás e um vale desconto (cof, cof) de 5% (CINCO por cento!).
Após isto fui tentar vender o que não tinha vendido no dia anterior, ou seja, TUDO mas não permitiram. Resultado voltei com todos os livros pra casa, exceto o da lagartixa! (Piada interna, qualquer hora eu conto… ou não.).

Fui então dar uma rodada pra ver se achava algo pra fazer e acabei encontrando a palestra da Mesa de Vidro, mas estava no final. Lá encontrei o Phill, do Dados Limpos, o Tiago e a Ana, da Matilha. Eles toparam minha sugestão e fomos jogar um tabuleiro. Jogamos o ótimo e leve King Me e o clássico Ticket to Ride. A Ana, chata, ganhou nos dois!

Isto tudo foi o encontro. Tinha muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, muitos stands, muitas “gincanas” e sub-eventos como Fantasticon, Concurso de Cosplay, etc.

Faltou organização de minha parte para aproveitar melhor, mas não reclamo não. Revi bons amigos e dei bastante risada.

 Aquisição no Evento:
O Hobbit Quadrinizado, utilizando meu mega desconto de 1,60 reais.

Aquisições fora do Evento:
Fomos na Moon Shadows e comprei o Tasslehoff Map Pouch (Mapas de Dragonlance) e Inn Fighting, um jogo que envolve cartas e dados numa pancadaria de taverna envolvendo a temática do D&D.

Eventos Fora do Evento:  Me reuní com os amigos nota mil do Rinaldo, que desde o ano passado considero meus também. Jogamos o jogo do dicionário  (Academia improvisado) e nos matamos de rir (Liga esse computadô pra mim entrá no orkut!…).

Até o ano que vem, pessoal, foi uma honra conhecer a galera dos Blogs e um prazer rever os velhos e bons amigos !

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