Aventura Solo – Parte 4: “Dezoito anos e 363 dias depois”
Voltei meu camaradas!
As ferias foram ótimas, obrigado por perguntarem (ou não).
Postarei agora a resposta vencedora que foi: “Você Mesmo”.
Esta parte foi escrita pela Allana do blog Brainstorm a quem agradeço infinitamente.
Tomando provavelmente a única decisão altruísta na sua vida, você resolve ficar com a criança, e ensiná-lo tudo o que sabe. A paternidade real da criança tem pouca importância agora – certamente não é filho do conde, e encaminhá-lo a qualquer um dos seus amigos certamente acarretará em grandes problemas para eles. Certamente não é fácil cuidar de um bebê, mas o seu charme o ajudará a encontrar uma mãe logo.
*****
18 Anos e 363 dias depois
Os anos se passaram, sempre mais rápidos do que se gostaria, e sua vida seguiu de maneira relativamente tranquila – ou tão tranquila quanto pode ser a vida de um bardo. Seu pai, um menestrel mulherengo, ensinou-lhe desde canções que falam de heróis cuja existência se duvida, até o manejo do sabre – e talvez pela prática excessiva nas várias tavernas pelas quais vocês passaram ao longo dos anos, você se tornou um bom espadachim. Seu pai nunca falou muito sobre sua mãe, e com o passar dos anos você aprendeu a não perguntar.
Há poucos dias vocês chegaram à cidade onde estão agora: não é um lugar muito grande, mas por se tratar de um entreposto comercial, que cresceu graças ao grande volume de caravanas que passavam pela região, é bem servido de boas tavernas e estalagens, mulheres para conhecer e muitos comerciantes que pagam para serem distraídos com músicas e histórias. Depois de uma longa noite de danças e bebedeira, que acabou na cama de uma bela viajante [de formas generosas], você rumava para seu quarto quando surpreende um desconhecido saindo de lá sorrateiramente. Graças à parca iluminação de tochas, você percebe o brilho, provavelmente de um punhal, sendo escondido. O que você faz?
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Esta Enquete expira dia 16, ás 18h. Abraço a todos os que votaram. E uma bica em quem votou mais de uma vez, se é que houve este despautério. (Despautério ainda tem acento? )


9 Responses so far
Carl
January 14th, 2009
9:23 am
Damn! Agora sou um filho de bardo como personagem! AAAAAAAARGH!!!
Allana
January 14th, 2009
9:29 am
Weeeeee! Meu texto foi publicaaaado! =D
edy
January 14th, 2009
11:36 am
Depois de tanto tempo treinando, não iria errar o alvo como seus antepassados, não?!
BLOOOOOOOD!!!!
Michel
January 14th, 2009
12:09 pm
Não seria essa viajante de formas generosas uma condessa disfarçada? E como toda boa condessa, enviará ao nosso bardo uma cesta de piquenique daqui a nove meses?
waltinho
January 14th, 2009
12:42 pm
Putz Rey, filho de Bardo, Espadachim (Classe de Prestígio?), com a mesma curiosidade do Pai… isso vai dar o que falar… e andar!
waltinho
January 14th, 2009
12:45 pm
Sim Rey, despautério é assim mesmo que se escreve… Ah, por falar nisso, como foram suas férias, lol !
Kareen Dulak
January 14th, 2009
3:28 pm
Olá!
Minha opção mesmo seria: “Deixa o estranho ir embora, afinal, e daí que ele tem uma adaga? Você não está andando com um sabre? E não acabou de sair sorrateiramente de um quarto, para não acordar a mulher? E gostaria de ficar sendo seguido/atacado por causa disso?”
Maaaaassss, não tendo essa opção, fui na de seguir o estranho, que é a menos belicosa e vendo que o cara só está indo urinar, irá resolver tudo rapidamente.
Vejamos. Abraços!
Michel
January 15th, 2009
11:24 am
Pô! Mas ele está saindo do meu, digo seu, digo do quarto do personagem principal aí da Aventura… queres que ele, digo você, ou melhor, eu não faça nada?
E a atitude menos “belicosa” é entrar no quarto, assim se algo tiver sido roubado você (eu etc) poderá compor uma música sobre como deixou passar a única oportunidade de pegar o maldito ladrão.
E pensa que legal se após matar o cara descobrir que na verdade tinha errado de quarto? Não parece bem divertido?
Kareen Dulak
January 16th, 2009
6:42 am
Verdade, Michel. Havia pensado na mesma coisa: é um bêbado que trupicou para dentro do quarto errado. Claro, ele PODE não ser isso, mas eu tendo a pensar o melhor das pessoas.
Convenhamos, o ideal seria FALAR algo: “Ô, amigo, está tudo bem aí? Porque esse é meu quarto sabe? Quer ajuda para encontrar o seu?”
Afinal, ele é um bardo (acho, já que não sei se classes de personagem se aplicam aqui) e, em tese, prefere falar e ser amigável antes de ser bruto e desconfiado. Mas, enfim, essa é minha visão, que não é nenhuma regra. Só acho que, no futuro, já que este é um “on-going” jogo, poderia haver mais opções do tipo “don’t worry, be happy” em situações que não são declaradamente perigosas. Sei que pode parecer um voto por opções “anti-jogo”, porém quem mandou escolher um bardo e bardo-jr para ser o herói?? Hehehehehe.
Pois imagine:
“Você vê um homem saindo correndo de uma casa e em seguida, de lá de dentro sai uma mulher em prantos. O que você faz?
A – Ataca e decapita o homem, pois ele estuprou a mulher e agora foge.
B – Ataca e estripa a mulher, pois ela é uma bruxa que tentou seduzir o homem e agora chora a perda do alimento.
C – Mata ambos e queima a casa, só para garantir.”
Escolhas naturais SE você for representado por um Orc Bárbaro Caótico-Neutro.
Mas, enfim, já falei demais! Vamos ao jogo!
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