Aventura-Solo – Parte 5: “Um Bardo a menos…”
A Opção vencedora foi: “Procura seguir o intruso tentando não ser percebido. Segui-lo certamente irá levar você a descobrir quem é e o que planeja.”
Um Bardo a menos...
Você se esgueira pelas sombras. Seu pai o ensinou como aparecer na multidões, mas algumas pessoas o ensinaram a desaparecer. Você busca em seu bolso uma porção do raro cristal em pó e entoa uma palavra de poder. Logo em seguida você está invisível a olhos mortais, como diria tia Svanja.
O sujeito sai pelas ruas, tentando evitar atenção e entra em um beco.
Você o segue e percebe que ele está conversando com alguém. O seu tom de voz é grosseiro e até mesmo sussurrando o sujeito fala alto:
“Cuidei do Bardo, ele deve estar cantando no inferno uma hora dessas. O garoto não estava lá, mas fique tranqüilo, eu pego o bastardo.”
“Você deixou a marca que eu ordenei?”
“Conforme o combinado.”
Ao ouvir este diálogo sua alma gela e você deixa escapar um grunhido de espanto, que chama a atenção das duas sombras á sua frente.
Saindo dali para não ser descoberto, sua única intenção é voltar para o seu quarto e procurar seu pai.
Ao chegar à estalagem, ainda invisível, você nota que há uma multidão do lado de fora e alguns guardas já se aproximam. Sob o efeito da magia você se esgueira para onde era seu quarto e lá encontra o corpo de seu velho pai com um olhar horrorizado estampado e o que parece a letra “C” marcada com uma lâmina em sua face. E não há mais nenhuma marca de ferimento.
Você faz uma prece pela alma de seu pai. O efeito da magia terminou enquanto orava e você recolhe suas coisas. Um pouco de dinheiro, a harpa de ébano, o sabre e o um pequeno saco de ervas-de-ver-deus.
Neste instante alguns guardas entram no pequeno quarto. Em um ato instintivo você procura por rotas de fuga e nota duas: A janela – o quarto está no segundo andar – e a última porção de “cristaldust” em seu bolso.
Você pensa no que seu pai faria: Seria muito fácil escapar invisível. E se vingar atravessando a garganta do maldito! A fuga não resolve muita coisa. Talvez um bom papo?
É, seu pai tinha uns pensamentos bem caóticos.
O que faz?
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Esta enquete se Encerra dia 20 (Terça-Feira) ás 18:00hs. A todos um estupendo fim de semana!


7 Responses so far
Carl Enry
January 17th, 2009
3:58 am
Alguém mais percebeu o pq da marca C no rosto do bardo? Mwaahuahuahauuauha! >X)
Allana
January 17th, 2009
9:23 am
Noooooossa senhora! =D Um bardo a menos no mundo, yeah! \o\
Kareen Dulak
January 19th, 2009
8:28 am
Sinto nos meus ossos que dará cagada, mas vamos tentar conversar, afinal tento não ser (muito) hipócrita.
Notei algo: tecnicamente o termo “aventura-solo” não se aplica aqui! Porque ainda que cada um escolha por si, o que você escolhe não necessariamente será o que ganhará, assim a aventura não segue aonde você queria. Assim, acho que deveríamos cunhar outro termo, como:
Aventura-grupo
Aventura-grupal (hum…)
Aventura-da-maioria
Aventura- voto
Sei lá. Mas aventura-solo realmente não é.
Abraços!
reyjr
January 19th, 2009
10:25 am
É aventura solo porque o personagem tá sozinho ! AHAHAHA
Michel
January 19th, 2009
1:03 pm
“Alguém mais percebeu o pq da marca C no rosto do bardo?”
Seria a marca do Chorro??? Ou então o vilão dessa história seria o temido “Professor do Mal”, que após executar suas maldades sempre coloca um “C” de correto ou, quando a maldade é muito grande, as temíveis três estrelinhas.
Eu fui no blefe… pq acho que ele não deve contar “todo” o ocorrido. Não deve contar que é capaz de ficar invisível, por exemplo.
Kareen Dulak
January 19th, 2009
1:26 pm
Realmente, agora o cara está sozinho.
Mas como isso não importa para o conceito da aventura, ainda voto em Aventura-voto.
Abs!
waltinho
January 19th, 2009
1:37 pm
hahaha…. essa eu tinha de fazer. Resolvi ir no blefe porque afinal de contas… não disse que era filho do cara… podia ser o cara da funerária, o homem que fabrica o esquife ou aquele que prepara o corpo, para as exéquias solenes, inclusive para o crematório (se fosse o caso)!
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