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	<title>Ooze</title>
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	<description>RPG, Boardgames e afins.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Apr 2012 15:46:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A Guerra do Anel &#8211; Sessão de Jogo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 15:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boardgames]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tiago &#8220;Joguei a versão de Colecionador e você não&#8221; Perretto (Dê um Jóia no tópico da BGG, se faz favor?) PREFÁCIO Nesta sexta-feira 13, marcamos uma partida de War of the Ring, minha estreia e a do Fabiano no jogo. Mas não uma partida qualquer, pois usamos a Edição de Colecionador! Eu sequer esperei um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Por Tiago &#8220;Joguei a versão de Colecionador e você não&#8221; Perretto<br />
</em>(Dê um Jóia no <a href="http://boardgamegeek.com/thread/790970/a-guerra-do-anel-130412" target="_blank">tópico da BGG</a>, se faz favor?)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PREFÁCIO<br />
</strong></p>
<p>Nesta sexta-feira 13, marcamos uma partida de <strong>War of the Ring</strong>, minha estreia e a do Fabiano no jogo. Mas não uma partida qualquer, pois usamos a Edição de Colecionador! Eu sequer esperei um dia ver essa edição, quanto mais jogar com ela. Agradecimentos ao Marcelo, o dono, que nos proporcionou esse regalo especial.</p>
<p>A partida começou em passo lento, tanto por desconhecimento quanto ao jogo, quanto para avaliar as ações dos adversários. Todavia, depois as mangas foram arregaçadas e a luta pela Terra-Média começou para valer!</p>
<p>Para quem não quiser ler a descrição (o quê???), um tanto romantizada, da partida, basta pular até os comentários finais.</p>
<p>Jogadores:<br />
- Marcelo &amp; Fabiano: <strong>Povos Livres</strong><br />
- Pedro &amp; Tiago: <strong>Sombra</strong><br />
<img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1288543_md.jpg" alt="" width="500" height="375" border="0" /><br />
**************************</p>
<p><strong>A HISTÓRIA</strong></p>
<p>A Sociedade começou a avançar, sendo pouco incomodada pela caçada de Sauron, que tinha seus olhos voltados na direção de Gondor. Mas Sauron, desde o tempo da Última Aliança dos Povos Livres, tornara-se cuidadoso e, na planície de Gorgoroth e em Minas Morgul enormes forças das Sombras se reuniam.</p>
<p>Saruman revelou suas intenções bélicas e começou a montar um massivo exército em Orthanc e nas Dunlands. Houve sinais de que uma guerra com Rohan era iminente, mas Theóden, influenciado por Gríma, resistiu em preparar sua nação para um conflito, recusando-se a acreditar que o Mago quebraria uma aliança tão antiga, ainda mais quando, em Osgiliath, as tropas de Sauron, em ampla maioria, expulsaram a guarnição gondoriana, que recuou para Minas Tirith.</p>
<p>Denethor, ouvindo boatos acerca de um mateiro do Norte que dizia ser o Herdeiro de Isildur, começou a duvidar da lealdade daqueles que o serviam, encontrando traidores em qualquer lugar que olhasse e, com a perda de Osgiliath, supôs ter a confirmação de seus temores. Portanto mandou prender Faramir, seu próprio filho e outrora o capitão em Osgiliath.</p>
<p>Sem Faramir, a defesa de Minas Tirith perdeu seu líder natural, e os soldados perdiam a esperança rapidamente, pois as companhias ao redor da capital, nos campos de Pelennor, foram empurradas de volta para a cidade, permitindo a contragosto que a fortaleza fosse sitiada.</p>
<p>Enquanto isso a Sociedade seguiu para o sul, até Hollin, e depois para leste, passando por Moria e chegando até o vale sul do Anduin, perto de Dol Guldur, o antigo centro do poder do Necromante, e ainda haviam inimigos vivendo ali. Ali, em Anduin, o grupo foi avistado por um Nazgûl e o pelotão que o acompanhava. A fuga da Sociedade os levou até a Terra Parda, onde devido à perseguição, ficaram perdidos e tiveram de retornar até o Anduin. A Socidade foi emboscada à margem do rio &#8211; Gandalf sacrificou-se para que os demais conseguissem escapar.</p>
<p>Em Orthanc, Saruman formou um exército capaz de rivalizar com o de Sauron, quisesse ele defender os Povos Livres, algo que não passava mais pela mente deturpada do Mago, que desejava sim, derrubar Rohan de joelhos e cortar o avanço da Sociedade, de forma a poder se apoderar do Anel. Então o segundo passo em seu foi dado quando uma multidão quase infinita de Wargs, Orcs e Uruk-Hais afluíram de Orthanc para cruzar o Isen e entrar em Rohan.</p>
<p>Théodred, guardião do Vau do Isen, e filho de Theóden, clamou por auxílio, mas o Língua de Cobra mantinha Theóden sob controle e nenhuma ajuda foi enviada. Dessa forma, Théodred foi cercado e morto, enquanto o Vau foi tomado pelos servos de Saruman. A estrada agora levava até as Montanhas Brancas e ao Abismo de Helm.</p>
<p>No sul, Minas Tirith resistia, porém suas poucas perdas não podiam ser repostas e as forças de Sauron não diminuíam nem fraquejavam. Com o exército principal de Gondor sitiado, a guarnição em Pelagir pouco pode fazer contra a ala sul do exército de Sauron, que cruzou Lossarnach e conquistou Pelagir com grande canificina. Os parcos sobreviventes fugiram para Dol Amroth, que se tornou a principal fortaleza livre de Gondor.</p>
<p>Aragorn, ao saber a periclitante situação em Minas Tirith, separou-se da Sociedade e, com as habilidades adquiridas nos anos protegendo a Vila dos Hobbits junto dos dúnedain, foi capaz de entrar em Minas Tirith. Ali revelou-se como o Herdeiro de Isildur e foi coroado pelos soldados, desejosos de uma liderança forte que lhes desse esperança. Porém esta foi fugaz, pois Sauron lançou seu violento ataque, conduzido pelo próprio Bruxo-Rei, e Minas Tirith caiu e foi toda passada pelo archote.</p>
<p><img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1288547_md.jpg" alt="" width="500" height="375" border="0" /></p>
<p>Em Lórien, Gandalf, agora O Branco, ressurgiu e, de Fangorn, liderou os Ents contra Orthanc, que causaram grandes danos, mas o poderio de Saruman era por demais soberbo para ser debelado tão facilmente. Portanto, no Abismo de Helm, os rohirrim conheceram sua segunda grande derrota e foram destroçados pelos Uruk-Hais e Wargs de Saruman. Porém, a distração pela presença dos Ents e de Gandalf, serviu para que a ofensiva de Saruman parasse no Abismo de Helm.</p>
<p>A Sociedade atravessou Emyn Muil, o Pântano dos Mortos e Ithilien do Norte para chegarem até Minas Morgul. Então, valendo-se de subterfúgios e contando com a atenção de Sauron estar voltada para Gondor, o pequeno grupo conseguiu entrar em Mordor. O alvo estava próximo: a Montanha da Perdição, onde o Anel poderia ser destruído.</p>
<p>Dale, no Norte, foi atacada pelos Orientais à serviço de Sauron, mas o Reino da Floresta e Erebor estavam bem protegidos, e os de Dale fizeram com que os Orientais pagassem um preço terrível pela conquista, e o avanço cessou em Dale.</p>
<p>De Monte Gundabad, a ala norte do exército de Sauron, marchou duro e por dias, com as criaturas e orcs sendo mantidos vivos apenas pela fúria e força de Sauron que ardia dentro deles. Isso porque o Senhor do Escuro sentia um medo de algo que não conseguia compreender. Ele sabia que seus inimigos usariam o Anel do Poder contra ele, mas até aquele momento, seu tesouro não fora utilizado, mesmo quando as fortalezas e cidades dos Homens, Anões e Elfos caíam ante a potência da Sombra, mesmo então o Anel permanecia&#8230; escondido. E isso incomodava e preocupava Sauron, que decidiu por acelerar seus planos de conquista. E em menos dias do que seria possível para seres vivos normais, o exército de Sauron chegou em Valfenda, enquanto novas tropas se preparavam para a marcha em Dol Guldur e em Moria, para que juntas atacassem Lórien.</p>
<p>Em Valfenda a resistência foi tão heroica quanto inútil, pois Sauron sacrificaria todos seus soldados para eliminar Elrond e seus elfos. Após a marcha os soldados não tinham mais vida normal que os sustentasse, contudo ainda lutavam, com o brilho do Olho em chamas em suas orbes baças e sem vida. Valfenda caiu, e Lórien seria a próxima, estando Galadriel, Celeborn e os seus diante não somente do maior exército reunido até então, como também de vários dos Nazgûl.</p>
<p>O Anel teria de ser usado agora, Sauron sabia disso, então ele o recuperaria e seria o Senhor da Terra-Média.</p>
<p>Mas assim não era para ser.</p>
<p>A Sociedade transpôs a árida planície de Gorgoroth e, com o sacrifício de Legolas e Boromir para atrair uma tropa de vigilância, a mesma chegou até a Montanha da Perdição. Frodo, Sam, Merry, Pippin e Gimli entraram no coração de lava da montanha e lá jogaram o Anel para a sua destruição e, com ele, a força de existência que mantinha Sauron.</p>
<p>Aragorn, que sobreviveu à tomada de Minas Tirith e conduziu sobreviventes para fora da cidade, retornou para recuperar Minas Tirith, liderando o exército de Gondor vindos de Dol Amroth. Gandalf guiou os rohirrim a partir de Edoras e derrotou as forças de Saruman, que perdeu o controle de Orthanc para os Ents.</p>
<p>A Sombra e o Olho Chamejante foram derrotados, mas ainda passariam-se anos até a paz chegar na Terra-Média.</p>
<p>Bem, exceto em um pequeno local chamado Condado, onde alguns hobbits heróis foram descansar de suas aventuras.</p>
<p>Fim!<br />
<img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1288544_md.jpg" alt="" border="0" /><br />
*****************************</p>
<p><strong>COMENTÁRIOS FINAIS</strong></p>
<p>Resultado:<br />
- Vitória dos povos Livres pela destruição do Anel<br />
- Corrupção em 7<br />
- Pontos Militares da Sombra: 8 (Minas Tirith, Abismo de Helm, Valfenda, Pelagir e Dale)<br />
- Pontos Militares dos Povos Livres: Zero</p>
<p>Foi um ótimo jogo, em que cometi vários erros &#8211; demorei para mexer as forças de Sauron no Norte, achei que as cartas que diziam que eu podia mexer os exércitos da Sombra valiam somente para os meus exércitos e não os do meu parceiro, que tinha pouco movimento e acabou ficando com uma multidão de soldados em Orthanc e no Abismo de Helm, sem lutar por mais nada, pensei que poderia continuar a batalhar num cerco sem ter unidades de Elite, etc.</p>
<p>A minha &#8220;sorte&#8221; nos dados continua ótima: as rolagens para a Caçada (quando a Sociedade se mexe) foram do patético ao ridículo e, quando afinal acertava, consegui tirar as peças menos incômodas que haviam. Com isso a Sociedade chegou em Mordor com 7 membros (exceto o Gandalf e o Aragorn) e passeou até a Montanha da Perdição.</p>
<p>O Pedro e eu tentamos recuperar o tempo, mas paramos perto de Lórien, sem conseguir ter ações para tomá-la (o que certamente ocorreria, mas exigiria umas duas ou três ações &#8211; que teríamos todas na mesma rodada em que o Anel foi destruído).</p>
<p>Apesar dos números não foi uma vitória difícil dos Povos Livres, que realmente não foram pressionados.</p>
<p>Mesmo assim, achei excelente! E agradeço ao Pedro por &#8220;lutar&#8221; ao meu lado! Espero que mesmo com a facilidade, o Marcelo e o Fabiano tenham também gostado da partida.</p>
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		<title>Resenha &#8211; Cosmic Encounter</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boardgames]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[(sempre) Por Tiago Perretto, que agradece os incentivadores thumbs up : As naves cobriram a vista e eram tão numerosas e brilhavam tanto quanto as estrelas. Havia ali, claro, a presença de frotas de outras raças &#8211; vermes carniceiros, todas elas. O Comandante-Chefe olhava a mesa de comando, observando os movimentos e avaliando as opções disponíveis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(sempre) Por Tiago Perretto, que agradece os incentivadores <a href="http://boardgamegeek.com/article/8398447#8398447" target="_blank">thumbs up</a> :</p>
<p><em>As naves cobriram a vista e eram tão numerosas e brilhavam tanto quanto as estrelas. Havia ali, claro, a presença de frotas de outras raças &#8211; vermes carniceiros, todas elas.</em></p>
<p><em>O Comandante-Chefe olhava a mesa de comando, observando os movimentos e avaliando as opções disponíveis. O chamado por auxílio encontrara algumas respostas &#8211; alianças oportunistas, é verdade, mas estavam ao lado deles, pelo menos. O Comandante desejava estar melhor preparado, mas contava com um trufo, caso fosse necessário.</em></p>
<p><em>O especialista de comunicações informou ao Comandante: &#8220;Mensagem captada e traduzida, Comandante. Logo estará na tela.&#8221;</em></p>
<p><em>A imagem da tela sumiu e foi substituída por um cinza claro que logo adquiriu cores e foi renderizada para exibir a forma inchada do General Bárbaro. O som demorou um pouco mais para sair dos altos-falantes: &#8220;Sem negociação&#8221;, foi a única frase. Os oficiais da ponte olharam o Comandante, em expectativa.</em></p>
<p><em>A réplica do General à mensagem do Comandante era esperada. E era por isso que ele esperava que sua carta na manga fosse o suficiente.</em></p>
<p><em>&#8220;Comandante, os sensores indicam elevação súbita nos níveis de energia&#8221;, avisaram-no. Os canhões de próton foram ativados, então.</em></p>
<p><em>O Comandante inspirou e depois ordenou: &#8220;Desliguem os escudos de ocultamento e reforcem os campos de nulificação. Chefe de Armas?&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Sim, senhor?&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Dê a ordem para ataque total.&#8221;</em></p>
<p><em>As cartas, afinal, estavam na mesa.</em></p>
<h3>COSMIC ENCOUNTER &#8211; O JOGO</h3>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic427055_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de slith)</em></p>
<p><strong>Cosmic Encounter</strong> é um jogo em que os participantes assumem o controle de raças alienígenas (tem os Humanos também) com o objetivo de colonizar, na base da força ou da conversa, 5 planetas.</p>
<p>O jogo base acomoda até 5 pessoas. Mas cada expansão (e já tem duas publicadas e mais 1 prevista para o primeiro trimestre de 2012) permite que o limite de jogadores aumente em um.</p>
<p>O básico do jogo é o seguinte:</p>
<p>- Cada participante controla 5 planetas e 20 naves (4 em cada planeta);</p>
<p>- Cada jogador recebe 8 cartas e escolhe 1 raça para controlar;</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic493128_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de heinrichsteven)</em></p>
<p>- Em seu turno, o jogador revela uma carta de Destino, que mostra qual das raças (cor) com que ele terá o dito<em>Encontro Cósmico</em>. O Atacante escolhe qual dos 5 planetas do oponente ele deseja colonizar e destaca de 1 a 4 naves para realizar o serviço;</p>
<p>- Em seguida, primeiro o Atacante e depois o Defensor chama por aliados e cada participante que foi chamado decide se quer ou não se envolver e, em caso positivo, decide com quantas naves irá ajudar;</p>
<p>- Então, o Atacante e o Defensor escolhem uma carta e a colocam de face para baixo na mesa, revelando-as ao mesmo tempo. As cartas de Ataque contêm valores numéricos (que vão de 00 a 40). Cada nave adiciona 1 ponto ao valor da carta. Quem tiver o maior valor vence o encontro &#8211; se o Ataque vence, as naves do Defensor vão para o<em>Warp</em> (tecnicamente destruídas pelo momento), e o Atacante, junto de seus aliados, colonizam o planeta atacado. Se a Defesa vence, as naves que atacaram vão para o <em>Warp</em>, e os aliados da Defesa podem, para cada nave que envolveram no encontro, ganhar 1 carta ou recuperar 1 nave deles do <em>Warp</em>;</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic415824_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de The Warp)</em></p>
<p>- É também possível combinar uma Negociação, sendo que neste caso o Atacante e o Defensor usam cartas de Negociação e tem 1 minuto para chegarem em um acordo. Usualmente o acordo envolve trocas de colônias, mas o acordo por envolver cartas, naves, o que for. Porém, uma promessa de Negociar não precisa ser mantida (ou seja, o jogador pode dizer que irá colocar uma carta de Negociação, e então colocar uma de Ataque). Se os jogadores não chegarem a um acordo, ambos os lados perdem naves ao <em>Warp</em> e o encontro é considerado como mal-sucedido para o Atacante;</p>
<p>- Se o Atacante venceu (ou a Negociação foi bem-sucedida) ele tem um novo encontro (revelando uma nova carta do Destino). O segundo encontro é o último, mesmo que o Atacante vença novamente. Depois do 2º encontro, a vez passa ao jogador seguinte.</p>
<p>Isso é o básico. E é bem provável que em qualquer jogo de <strong>Cosmic Encounter</strong> que você participe os passos acima sejam alterados além do reconhecimento. Essa, por sinal, é grande parte da graça do jogo.</p>
<p>As raças mudam coisas como: mesmo na derrota as naves não vão para o <em>Warp</em>; ao invés de uma o jogador colocaduas cartas para o encontro; o jogador vê a carta que o outro colocou antes de colocar a dele; os valores das cartas são invertidos; é permitido ir para colonizar com mais do que 4 naves; e assim em diante.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1138857_md.jpg" alt="" /></p>
<h3>VAMOS SER AMIGOS?</h3>
<p>Portanto, a mecânica do <strong>Cosmic Encounter</strong> não é um bom foco para uma resenha, já que praticamente toda raça muda de alguma forma as regras. Mas uma coisa não muda: a interação entre os jogadores.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic406019_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Steve99)</em></p>
<p>O CE é principalmente um jogo de <strong>diplomacia</strong>. Há espaço para a conversa entre os participantes, arranjos de alianças, promessas de amor eterno (que raramente dura mais do que 1 encontro &#8211; quase como na vida real!) e, claro, bastante ameaças, garantias de honestidade, pessoas contando vantagem (&#8220;a menor carta na minha mão é um 20!&#8221;) e desse modo o jogo procede.</p>
<p>Os poderes das raças e as regras do jogo pontuam e guiam essas interações. As capacidades das regras são bastante assimétricas, tendo aquelas que definitivamente são mais fracas do que outras. É, então, uma vantagem sem merecer sortear um raça poderosa? Bem, sim, é sim. No entanto, o equilíbrio provém dos jogadores. Sua raça é poderosa? Não espere ser chamado para muitas alianças e é esperado que as cartas poderosas serão guardadas nos encontros que lhe envolverem. Ou seja, o desafio escala.</p>
<h3>E É BOM?</h3>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1186161_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de egypturnash)</em></p>
<p>É o melhor jogo que conheci em 2011. E nunca antes conheci tantos jogos quanto em 2011. Ou seja, isso significa alguma coisa.</p>
<p>No entanto, devo dizer que na 1ª vez que joguei, eu não gostei do CE. Eu entrei no meio da partida, num jogo com 7 pessoas e, por causa da raça que eu peguei estar na liderança, minha raça não era chamada para nenhum dos encontros. Fiquei, então, como observador de algo que não entendi inteiramente. Porém os outros que estavam ali pareciam estar se divertindo. Assim, dei uma segunda chance ao jogo. Esta foi uma excelente decisão.</p>
<p>Descobri que não é porque você não está envolvido diretamente no encontro (nem na defesa, nem no ataque), que você não participa. Falar é livre, então é possível influenciar as ações dos outros. Provocar. Criar cenários terríveis que intimidem (&#8220;Não seja bobo, claro que ele vai atacar! Ele chamou aliados! Se você quiser negociar, nem perca tempo e coloque já suas naves no <em>Warp</em>&#8220;).</p>
<p>Se jogos da tabuleiros são uma experiência social, o CE leva isso à 2ª potência. Até porque o jogo pode ser vencido em parceria (se, digamos, 2 ou mais jogadores, cada um com 4 colônias, aliarem-se num ataque e vencerem o ataque, todos eles ganham!).</p>
<p>Claro que tanta interação entre os participantes faz com que o CE não seja um jogo bom para todos. Quem gosta de jogar mais quieto, de jogos com mecânicas equilibradas, de confrontos com outros participantes e de virar alvo, o CE pode não ser para você.</p>
<p>Mas para mim ele é um jogaço!</p>
<p>E é isso!</p>
<p>Abs,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tiago Perretto, o resenhêro.</p>
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		<title>Resenha: Lord of the Rings Boardgame</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/12/26/resenha-lord-of-the-rings-boardgame/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 18:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boardgames]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Boardgame]]></category>
		<category><![CDATA[Lord of the Rings]]></category>
		<category><![CDATA[Reiner Knizia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma resenha, cortesia de Tiago Perretto (Para quem se interessar a resenha também está no BGG - thumbs são sempre bem vindos!) &#160; &#8220;One ring to rule them all, One ring to fin&#8230;&#8221; Ah, enfim. Você sabe do que eu estou falando. LORDS OF THE RINGS &#8211; PRÓLOGO (Cortesia de Eddy Richards) O Senhor dos Anéis é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma resenha, cortesia de Tiago Perretto (Para quem se interessar a resenha também está no <a href="http://boardgamegeek.com/thread/725281/lord-of-the-rings-resenha-em-portugues-review-in">BGG</a> - thumbs são sempre bem vindos!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;One ring to rule them all,<br />
One ring to fin&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Ah, enfim. Você sabe do que eu estou falando.</p>
<h3>LORDS OF THE RINGS &#8211; PRÓLOGO</h3>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic704113_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Eddy Richards)</em></p>
<p>O <strong>Senhor dos Anéis</strong> é um tanto conhecido, principalmente nos países de língua inglesa e na Europa. Um tanto, nada demais. Mas esse tanto é suficiente para que algumas empresas achem válido fazer jogos usando o cenário do livro e os personagens. E uma dessas empresas encomendou um jogo a um certo <strong>Reiner Knizia</strong> para fazer um desses jogos. O que saiu disso? Um jogo cooperativo com um tal de <strong>Fatty</strong> entre os hobbits.</p>
<p>Um jogo cooperativo é o esperado, afinal, os personagens formam uma Sociedade e, exceto pelo Boromir, a relação tende a ser produtiva e amigável. Só que eles tiveram um problema: como equilibrar num mesmo time o <strong>Gandalf</strong> e o<strong>Aragorn</strong> com o <strong>Frodo</strong> e o <strong>Pippin</strong>? O Knizia, velho de guerra, usou uma regra simples: qualquer um com mais de <strong>1,20 metro</strong> seria só para suporte. Simples, elegante e no geral frustrante. Mas, ok.</p>
<p>Então, na sala de reuniões da dita empresa, o Knizia falava do jogo, todo animado, ainda mais depois saber que o<strong>John Howe</strong> iria desenhar tudo. Porém houve um momento de tensão, que reproduzirei aqui:</p>
<p>- Reiner, eu li aqui que esse jogo é para 2 a 4 jogadores, isso está certo? &#8211; perguntou o executivo da empresa.<br />
- Sim, senhor &#8211; respondeu o Knizia, com um sorriso inocente.<br />
- Parece pouco, não é? &#8211; A questão foi em tom de retórica.<br />
- Bem, só tem 4 hobbits. Talvez desse para incluir o Gimli&#8230;<br />
- Tem que ser 5, Reiner. 20% mais possibilidades de vendas!<br />
- Entendo, mas&#8230;<br />
- Cinco, Reiner. Se bem que seis&#8230;<br />
- Cinco, então, chefe. Eu me viro.</p>
<p>Assim nasceu o Fatty. E o jogo é para <strong>2 a 5 jogadores</strong>.</p>
<h3>LORDS OF THE RINGS &#8211; O JOGO</h3>
<p>Existem, no jogo básico, quatro cenários: <strong>Minas de Moria</strong>, <strong>Abismo de Helm</strong>, o <strong>Lar de Shelob</strong> e <strong>Mordor</strong>. Só lugares bons para levar a família no domingo.</p>
<p>Existe, ainda, pontos intermediários, onde existem algumas coisas a serem realizadas, mas são somente de passagem mesmo: <strong>Valfenda</strong> e <strong>Lórien</strong>. E os hobbits saem do <strong>Bolsão</strong>. Nesses locais os hobbits reagrupam e ganham cartas.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic218880_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Thierry Géraud)</em></p>
<p>Porém os 4 cenários são onde a ação de verdade acontece. O andamento do jogo é mais ou menos assim:</p>
<p>- Um jogador <strong>sorteia peças</strong> de forma aleatória. Alguns são ruins, e causam a perda de recursos. Outros são bons e fazem o hobbit avançar no cenário. Enquanto as peças ruins forem pegas, o jogador continua retirando novas peças, até que venha uma boa. Então, ele move os marcadores de acordo com o símbolo indicado.</p>
<p>- Sorteada a peça boa, agora é a vez de usar cartas. Existem cartas brancas e cartas cinzas, contendo símbolos diversos (<strong>mãos, árvore, machado, pés e estrelas</strong>). Um jogador pode usar até duas cartas no mesmo turno, mas tem que ser de cores diferentes: uma branca e uma cinza. As cartas fazem os marcadores avançarem de acordo. Ao invés de usar cartas, o jogador pode: <strong>a)</strong> comprar duas cartas; ou <strong>b)</strong> voltar um passo no caminho em direção a Sauron.</p>
<p>- Feito isso, o jogador passa a vez para o próximo e assim o jogo prossegue.</p>
<p>Por que avançar? Além do valor implícito na palavra &#8220;avançar&#8221;, ao andar pelo cenário, os hobbits podem adquirir quatro coisas: peças com símbolos (<strong>anel, coração e sol</strong>), <strong>escudos</strong> (que servem para conseguir a ajuda do Gandalf: existem seis ações que o Gandalf pode fazer e cada uma delas custa 5 escudos e só pode ser usada uma única vez) e/ou cartas.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic99380_t.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Cuppa Jack)</em></p>
<p>Cada cenário tem uma trilha principal que, caso os hobbits alcancem o final dela, o cenário termina e o próximo cenário entra em jogo. Se o cenário for Mordor, basta chegar à Montanha da Perdição e rolar um dado: se os hobbits sobreviverem ao resultado que sair no dado (que pode fazer com que eles avancem em direção a Sauron, ou exigir que cartas sejam descartadas, ou que o próprio Sauron avance), eles ganham! Simples, não?</p>
<p>Só que, ao final de cada cenário, os hobbits andam na direção do Sauron na proporção de um espaço por símbolo que eles não tem (então, se faltar o anel, o coração e o sol, o hobbit avançará 3 espaços). Além disso, os cenários têm vários eventos ruins, que são ativados por certas peças ruins entre as que são sorteadas, e os jogadores têm que lidar com os eventos como puderem.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic218876_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Thierry Géraud)</em></p>
<h3>COOPERAÇÃO, SIM, SENHOR</h3>
<p>O jogo é 100% cooperativo. Nada de traidor ou hobbit-cylon. E a interação entre os jogadores é constante: conversas sobre em qual trilha avançar, quais itens coletar, quando terminar o cenário, quando utilizar o Gandalf, etc, são parte constante e integrante da partida.</p>
<p>Existe, aqui, um certo espaço para o controle dos demais participantes por aquele que mais entende do jogo. Mas como as cartas não podem ser mostradas aos demais, o &#8220;controle&#8221; fica mais na parte das sugestões, e não no<strong>&#8220;jogue essa carta aqui e ande aqui e é minha vez agora&#8221;</strong>.</p>
<p>Dizem que é um jogo difícil. Mesmo assim, tive mais vitórias que derrotas nele. No entanto, caso uma série de peças ruins saiam em seguida, o jogo pode estar arruinado, ainda mais se isso ocorrer cedo, antes das cartas mais poderosas surgirem e ainda faltarem escudos para recorrer ao Gandalf.</p>
<p>Então, condensando as experiências dos outros e as minhas, eu diria que a chance de vitória no jogo é de <strong>1 em cada 3</strong> partidas. Novamente, há quem diga que a proporção esteja mais para <strong>1 em cada 10</strong>, ou ainda pior.</p>
<p>No mais, a arte do jogo é fenomenal. Já coloquei umas imagens e vai mais uma só para dar mais um gostinho.</p>
<p><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic124716_md.jpg" alt="" /><br />
<em>(Cortesia de Rodney Loyd)</em></p>
<p>E é isso!</p>
<p>Abs,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Kareen Dulak, O Resenheiro do Rey.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: Elder Sign Boardgame</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/12/20/resenha-eldersign-boardgame/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 15:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boardgames]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arkham Horror]]></category>
		<category><![CDATA[BoardGames]]></category>
		<category><![CDATA[Elder Sign]]></category>
		<category><![CDATA[Lovecraft]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta resenha foi escrita por Tiago Perretto e publicada com sua autorização. NOT. DAS GENERALIDADES Elder Sign é um jogo com a temática de horror cósmico fundamentado &#8211; com certa liberdade de interpretação &#8211; nos escritos de H. P. Lovecraft e outros escritos contemporâneos que ampliaram o que veio a ser conhecido como [b]Mythos[/b]. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta resenha foi escrita por Tiago Perretto e publicada com sua autorização. NOT.</p>
<h3><strong><br />
DAS GENERALIDADES</strong></h3>
<p><strong>Elder Sign</strong> é um jogo com a temática de horror cósmico fundamentado &#8211; com certa liberdade de interpretação &#8211; nos escritos de H. P. Lovecraft e outros escritos contemporâneos que ampliaram o que veio a ser conhecido como [b]Mythos[/b].</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1024923_md.jpg" alt="" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">cortesia de W Eric Martin</p></div>
<p>O jogo tem duração média de <strong>90 minutos</strong>, mas pode variar em qualquer coisa entre 45 minutos a pouco mais de 2 horas; e numa mesma partida pode acomodar até 8 jogadores (ainda que o recomendado, tal qual como em seu irmão mais velho &#8211; o <a href="http://boardgamegeek.com/boardgame/15987/arkham-horror">Arkham Horror</a>] -, é que não supere os 5 jogadores, ou o tempo de espera entre as jogadas de cada um pode se estender além do razoável).</p>
<h3>DO CENÁRIO</h3>
<p>O tem como cenário principal o <strong>Museu de Arkham</strong> e suas cercanias. Assim, serão esses espaços, bem como as alas, corredores e diversas salas do Museu que as investigações ocorrerão.</p>
<h3>DO TURNO</h3>
<p>Cada participante sorteia um investigador e será através dele (e das habilidades dele) que o jogador irá interagir com os elementos do jogo. Da mesma maneira é sorteado um <strong>Grande Antigo</strong>, que será a criatura cujos servos e cultistas desejam trazer ao nosso mundo.</p>
<p>Em seguida ajusta-se o relógio da partida para a meia-noite e sorteia-se <strong>6 missões</strong> que serão os desafios iniciais dos jogadores. O jogo pode então começar, após ser decidido qual será o primeiro investigador a iniciar a partida.</p>
<p>No turno do investigador o mesmo pode:<br />
- Seguir para uma Missão e tentar cumpri-la (o que pode incluir combater um inimigo);<br />
- Ficar na entrada do Museu para se recuperar (ganhando Vigor ou Sanidade), tentar ganhar itens (rolando um dado e comparando o resultado à uma tabela) ou trocando troféus por itens, pistas ou mesmo o precioso <strong>Símbolo Ancião</strong>.</p>
<p>São basicamente essas as opções e, ao final do turno, o relógio do jogo avança <strong>3 horas</strong> (na verdade são 6 horas, pois ao final de 4 turnos dos investigadores, um dia inteiro terá se passado). Cada vez que o relógio bate meia-noite, uma carta de <strong>Mythos</strong> é revelada e seus efeitos entram em jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="by The_Thorpe"><img class="aligncenter" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1059397_md.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>É, portanto, uma corrida contra o tempo!</p>
<h3>DAS MISSÕES</h3>
<p>Abaixo há uma figura de uma missão típica:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1016973_md.png" alt="" width="275" height="500" /></p>
<p>Ela contém vários elementos. Vamos um por um, do topo até embaixo:<br />
- Começa com uma imagem evocativa ao nome da carta;</p>
<p>- Em seguida tem o nome da Missão (&#8220;<em>Lights Out</em>&#8221; &#8211; Luzes Apagadas) ao lado do valor numérico de quantos pontos de troféu esta missão específica vale (no caso, 2 pontos);</p>
<p>- Abaixo um texto para contextualizar a Missão;</p>
<p>- Abaixo estão as 3 <strong>Aventuras</strong> necessárias para completar a Missão: a primeira exige <strong>3 Pistas</strong>, a segunda <strong>2 Perigos</strong> e a terceira <strong>2 Conhecimentos</strong>. A flecha ao lado das aventuras indica que as mesmas devem ser cumpridas na ordem, de cima para baixo;</p>
<p>- Ao final, do lado esquerdo, consta o que ocorre no caso da tentativa de resolver a Missão termine em falha (no caso, o investigador perderia 2 pontos de Vigor &#8211; um por cada coração -, e um ponto de Destruição seria adiciona à <strong>Trilha de Destruição</strong> do Grande Antigo, e quando o Grande Antigo completa sua trilha, ele desperta). No lado direito está a recompensa ao investigador no caso de ele resolver a Missão: ele ganha um <strong>Feitiço</strong> (o símbolo do tomo indica isso) e um <strong>Símbolo Ancião</strong> (que ele não guarda e, sim, é adicionado ao total adquirido, que fica ao lado da ficha do Grande Antigo).</p>
<p>Todas as missões têm basicamente os mesmos elementos, diferenciando-se nas penalidades e nas recompensas. Algumas missões têm efeitos especiais (que são de dois tipos: os que ocorrem quando o relógio atinge meia-noite, e os que ocorrem quando um dos dados mostra o símbolo do Horror).</p>
<p>Falando em símbolos, vamos aos dados.</p>
<h3>DOS DADOS</h3>
<p>Os investigadores terão usualmente à disposição <strong>6 dados verdes</strong> e cada um dos dados contêm 4 símbolos:<br />
- A <strong>lupa</strong> (pistas);<br />
- O <strong>pergaminho</strong> (conhecimento);<br />
- A <strong>caveira</strong> (perigos);<br />
- O <strong>monstro</strong> (horror).</p>
<p><a href="by The_Thope"><img class="aligncenter" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1059399_md.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Há ainda dois outros dados, um <strong>amarelo</strong> e um <strong>vermelho</strong>. A única diferença do dado amarelo é que ele tem mais pistas que os verdes; enquanto o dado vermelho, além de ter mais pistas, tem um símbolo extra: o <strong>Investigador</strong> (coringa), que serve como qualquer outro símbolo que se queira.</p>
<p>O dado amarelo e/ou o vermelho são usados em situações especiais, normalmente quando os investigadores usam um item (se for um item comum, o dado usualmente será amarelo, se for um item único, o dado será vermelho).</p>
<h3>DOS OBJETIVOS</h3>
<p>Os investigadores têm que resolver Missões para coletar os <strong>Símbolos Anciãos</strong>. Quando um número específico (que consta na ficha do Grande Antigo) é alcançado, o jogo termina imediatamente com a vitória dos investigadores.</p>
<p>Caso o Grande Antigo desperte antes do número de Símbolos Anciãos ser alcançado, inicia-se a batalha final. É possível que os investigadores derrotem a criatura e, desta forma, também vencem o jogo.</p>
<p>Se o Grande Antigo despertar e vencer os investigadores na batalha, todos os jogadores perdem.</p>
<h3>DOS COMPONENTES</h3>
<p>Bem, é um jogo da Fantasy Flight, e isso significa qualidade. Existe bastante arte reaproveitada de jogos mais antigos (do Arkham Horror, em particular, mas pode ser que tenha algo do <a href="http://boardgamegeek.com/boardgame/83330/mansions-of-madness">Mansion of Madness</a>, mesmo assim há arte nova, e bastante bonita, feita por <strong>Dallas Mehlhoff</strong>.</p>
<p><a href="by Crickman"><img class="aligncenter" src="http://cf.geekdo-images.com/images/pic1099165_md.jpg" alt="" width="500" height="373" /></a></p>
<h3>DAS OPINIÕES</h3>
<p>O <strong>Elder Sign</strong> foi chamado de <strong>Arkham Horror-lite</strong>, ou seja, contendo elementos do AH, mas num jogo mais manejável, de menor duração, com menos regras. E, bem, nestes pontos é tudo verdade.</p>
<p>É também verdade que o <strong>Elder Sign</strong> não é um <strong>Arkham Horror</strong> no que tange ao fator de cooperação entre os jogadores e nem, e isto é o mais importante, na temática.</p>
<p>O <strong>Arkham Horror</strong> fundamenta-se em tema, enquanto o <strong>Elder Sign</strong> tem tema, mas não o reforça: há pequeninos textos nas cartas de missão e algo mais nos <em>tokens</em> dos monstros, e só. Não há histórico nas fichas dos investigadores, nem textos de encontros. Considerando que todo os textos estão em inglês, isso torna o <strong>Elder Sign</strong> mais acessível àqueles que desconhecem tal língua, o que é bom, mas para quem é um fã do AH, sente-se a falta de mais tema.</p>
<p>O fator de cooperação também é bastante reduzido: fica-se no sentido de que todos os jogadores têm o mesmo objetivo, mas não necessariamente se ajudam tanto &#8211; <del>é possível ainda trocar itens</del>   (Edit: nas regras não há a previsão de troca de itens entre os jogadores) prestar <strong>assistência</strong> na resolução das Missões, mas fica nisso.</p>
<p>Isso são defeitos? Não necessariamente. São mais resmungos de quem quer algo do nível do AH em todos os jogos que tenham o tema dos Mythos.</p>
<p>O <strong>Elder Sign</strong> é, então, um jogo ágil, com certo espaço para cooperação. Pode-se chamá-lo, também, de um jogo de dados, porém eu o vejo mais como um jogo de administração de recurso: os dados lhe fornecem recursos e o jogador deve utilizá-los na melhor maneira possível.</p>
<p>A rejogabilidade é alta: somando-se os diferentes <strong>Grande Antigos</strong>, os vários <strong>investigadores</strong>, as cartas de <strong>Mythos</strong> e as cartas de <strong>Missões</strong>, os jogos não serão iguais.</p>
<p>E há amplo espaço para expansões, algo que não deve demorar para começar a aparecer, mantendo assim o jogo fresco.</p>
<p>Ou seja, para quem gosta do AH, mas ou não quer se comprometer com um jogo tão massivo, o <strong>Elder Sign</strong> é uma boa pedida.</p>
<p>Agora, se o tema não lhe atrai, é bem possível que haja outros jogos que mereçam mais o seu investimento.</p>
<p>Abs,</p>
<p>Kareen Dulak &#8211; O Conselheiro do Rey.</p>
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		<title>Run, Violentina, Run &#8211; O crowdfunding no RPG brasileiro tem início</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/07/25/run-violentina-run/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 13:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Release abaixo foi enviado pela Secular Games e estou repassando sem tirar ou por palavra acredito acredito e aposto em cada uma delas! &#8220;É a crise no RPG minha gente, o PDF no Brasil não dá certo!&#8221; Ah não, é?! Então vamo vê, então, chupa essa manga!! A Secular Games anunciou durante a RPGCon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O Release abaixo foi enviado pela Secular Games e estou repassando sem tirar ou por palavra acredito acredito e aposto em cada uma delas!</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;É a crise no RPG minha gente, o PDF no Brasil não dá certo!&#8221; Ah não, é?! Então vamo vê, então, chupa essa manga!!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/logocolor.jpg"><img class="size-large wp-image-1792 aligncenter" title="logocolor" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/logocolor-1024x278.jpg" alt="" width="368" height="100" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.secular-games.com/"><strong>Secular Games</strong></a> anunciou durante a RPGCon 2011, realizada nos dias 9 e 10 de Julho, que seu próximo lançamento, o jogo <strong>Violentina</strong> de Eduardo Caetano, seria feito através do modelo de financiamento coletivo. Alguns dias se passaram enquanto fazíamos os últimos ajustes, e agora, com tudo pronto, é hora de darmos a largada nesta experiência!<strong> </strong></p>
<p>Esperamos que o <strong>Violentina</strong> seja o primeiro jogo de RPG nacional lançado através de uma campanha de financiamento coletivo (e precisaremos de seu apoio para isso!). Mas o que é o <strong>Violentina</strong>, e que diabos é financiamento coletivo?</p>
<p><strong>Violentina</strong> é um jogo sobre Violência, Vícios, Volúpia e Vingança desenfreados, onde os jogadores interpretam trapaceiros, mafiosos, <em>femme fatales</em> e autoridades corruptas em uma espécie de Colaboração Competitiva. Profundamente inspirado na estética e na narrativa dos filmes de <strong>Quentin</strong> <strong>Tarantino </strong>e <strong>Guy Ritchie</strong>, <strong>Violetina</strong> utiliza um sistema baseado em cartas e fichas de poker afim de distribuir de forma equilibrada o controle narrativo entre os jogadores, transformando aspectos e características específicas deste tipo de filme em mecânicas de jogo. De acordo com esta proposta, <strong>Violentina </strong>é um Jogo de Contar Histórias sem mestre, sem preparo, sem ordem cronológica, baseado em enquadramentos de cena e na criatividade de todos os participantes.</p>
<p><strong>Violentina </strong>vem sendo desenvolvido por Eduardo Caetano de maneira aberta – e a  <a href="http://rolistaindependente.wordpress.com/jogos/violentina/">versão mais atual do jogo pode ser baixada de graça</a> &#8211; recebendo críticas e sugestões da comunidade, essenciais para o desenvolvimento do jogo. O lançamento através do financiamento coletivo é só mais um passo em seu processo de criação colaborativa e aberta!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/run.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1794" title="run" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/run-721x1024.jpg" alt="" width="260" height="368" /></a></p>
<p>E o que significa financiamento coletivo? Financiamento coletivo (ou <em>crowdfunding</em>) é o método de bancar um projeto através da contribuição antecipada daqueles interessados na iniciativa. Se o valor estipulado para a execução do projeto for alcançado, a parada acontece e todos os colaboradores recebem recompensas previamente combinadas de acordo com o seu nível de suporte. Se o valor não for alcançado, o projeto volta para a gaveta e nenhum colaborador é cobrado. Como <a href="http://blogquarentaedois.wordpress.com/">um amigo nosso</a> definiu muito bem, ao participar de uma iniciativa de financiamento coletivo, você se torna uma espécie de micro-sócio no projeto, contribuindo para sua execução, mas também recebendo coisas legais em troca caso ele realmente saia do papel (ou do site!) e se realize.</p>
<p>A cada dia o financiamento coletivo se torna uma estratégia mais comum e eficiente para bancar projetos interessantes. Recentemente <em>A Banda Mais Bonita da Cidade</em> conseguiu <a href="http://catarse.me/pt/abandamaisbonitadacidade">bancar a gravação de seu primeiro disco através do financiamento coletivo</a>, e fora do Brasil vários jogos independentes tiveram campanhas de <em>crowdfunding</em> muito bem sucedidas, tais como o <a href="http://www.kickstarter.com/projects/danielsolis/do-pilgrims-of-the-flying-temple-a-storytelling-ga"><strong>Do: Pilgrims of the Flying Temple</strong></a><strong>, </strong><a href="http://www.kickstarter.com/projects/847327173/technoir-high-tech-hard-boiled-roleplaying"><strong>Technoir</strong></a><strong> </strong>e<strong> </strong><a href="http://www.kickstarter.com/projects/meetpoint/startup-fever-the-board-game-0"><strong>Startup Fever</strong></a> só para citar alguns.</p>
<p>Queremos não só que o <strong>Violentina </strong>seja o primeiro jogo de RPG nacional lançado através do modelo de financiamento coletivo, mas também testar o formato e sua viabilidade do mercado nacional de jogos, abrindo portas para outras iniciativas independentes!</p>
<p>A campanha de financiamento coletivo do <strong>Violentina </strong>será feita no site <a href="http://www.movere.me/">Movere.me</a>, e terá início no dia 01/08, próxima segunda-feira. A campanha terá a duração de 30 dias e tem como objetivo arrecadar R$1750,00 para a produção da tiragem inicial de 100 cópias do livro. Dentre as possibilidades de recompensa se encontram:</p>
<ul>
<li>O download da versão final de em <strong>Violentina</strong> PDF.</li>
<li>A cópia impressa do livro autografado.</li>
<li>Par de baralhos exclusivos para o jogo.</li>
<li>Livreto impresso com 3 novas Tramas</li>
<li>Uma maleta super com uma versão do livro encadernada à mão e com todas as outras recompensas disponíveis e mais alguns itens exclusivos.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/rain.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1795" title="rain" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/07/rain-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a></p>
<p>A contagem regressiva para o início da primeira campanha de financiamento coletivo para um RPG nacional começou! Se você quer ver esta iniciativa dar certo já pode contribuir antes mesmo do dia 1º de Agosto, divulgando este texto e a proposta para o maior número de pessoas que conseguir, espalhando <a href="http://rolistaindependente.wordpress.com/jogos/violentina/">o link para download da versão de <em>playtest</em> do <strong>Violentina</strong></a>, e nos enviando suas críticas e sugestões.</p>
<p>Façam suas apostas!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>EVRPG e o Diário de Espingarda.</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/06/09/evrpg-e-o-diario-de-espingarda/</link>
		<comments>http://www.ooze.com.br/2011/06/09/evrpg-e-o-diario-de-espingarda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 20:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie RPG]]></category>
		<category><![CDATA[RPGs]]></category>
		<category><![CDATA[ParaJogadores]]></category>
		<category><![CDATA[ParaMestres]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha mesa de Shotgun Diaries no EVRPG já está completa, mas caso alguém tenha interesse em narrar este Simples e Divertido RPG, segue ae  um resumo das Regras, com algumas (três) House Rules. Se vocês nunca jogaram S.D. é muito fácil. E mortal. Não se apeguem aos Personagens. Ah, a tradução é livre e porca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha mesa de <a href="http://www.redboxeditora.com.br/shotgundiaries" target="_blank">Shotgun Diaries</a> no <a href="http://www.evrpg.com.br/blog/" target="_blank">EVRPG</a> já está completa, mas caso alguém tenha interesse em narrar este Simples e Divertido RPG, segue ae  um resumo das Regras, com algumas (três) House Rules.</p>
<p>Se vocês nunca jogaram S.D. é muito fácil. E mortal. Não se apeguem aos Personagens. Ah, a tradução é livre e porca. Igual aquela sua vizinha do 312.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/sgun.jpg"><img class="size-full wp-image-1778 aligncenter" title="sgun" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/sgun.jpg" alt="" width="504" height="176" /></a></p>
<h3><strong>Ficha de Personagem</strong></h3>
<p>Sua ficha possuirá 3 campos: Arquétipo, Equipamentos e Nível de Medo</p>
<p>Só!!!!</p>
<h4><strong>Arquétipos:</strong></h4>
<p>Existem 5 Arquétipos de Sobreviventes.<br />
<strong>Sobrevivente Esperto</strong>: Você é o Mcgyver da turma. Sempre que você se arriscar em uma ação que envolva máquinas ou equipamentos complexos, você rola &#8211; pelo menos &#8211; 4 dados.</p>
<p><strong>Sobrevivente Perigoso</strong>: Você é treinado em Armas. Sempre que você se arriscar em uma ação que envolva armas, você rola &#8211; pelo menos &#8211; 4 dados.</p>
<p><strong>Sobrevivente Rápido</strong>: Você Corre! Sempre que você se arriscar em uma ação que envolva velocidade (á pé), você rola &#8211; pelo menos &#8211; 4 dados.</p>
<p><strong>Sobrevivente Furtivo</strong>: Você sabe dar a volta sem ser visto. Sempre que você se arriscar em uma ação que envolva furtividade, você rola &#8211; pelo menos &#8211; 4 dados.</p>
<p><strong>Sobrevivente Forte</strong>: Você é um Brucutu. Sempre que você se arriscar em uma ação que envolva força física, você rola &#8211; pelo menos &#8211; 4 dados.</p>
<p><strong>Sobrevivente Desamparado</strong>: Você é uma criança, ou uma grávida, ou um velho, ou um jogador de RPG. Você não faz nada. Apenas morre. Aos montes. Você NUNCA rola um dado. Mas se outras pessoas tentarem te salvar, elas recebem 2 dados adicionais. Deixe este Arquétipo para os NPC&#8217;s.</p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/shotgun_diaries_poster_by_mlappas-d38plb0.png.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1779" title="shotgun_diaries_poster_by_mlappas-d38plb0.png" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/shotgun_diaries_poster_by_mlappas-d38plb0.png.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a></p>
<h3><strong>REGRAS DO JOGO:</strong></h3>
<h4><strong>Sucesso e Fracasso</strong></h4>
<p><strong><br />
</strong> &#8211; Sempre que você se arriscar utilizando o conceito do seu arquétipo, você rola dados. Se você tirar um 6, você narra o que acontece. Senão, o Zombie Master narra. Seja criativo.</p>
<p>- Você só se arrisca se a situação envolver zumbis. Senão você é automaticamente bem sucedido.</p>
<p>- Você não rola pra matar zumbis. Eles são mortos aos montes e matá-los em si não é se arriscar. Se arriscar é: Num estacionamento lotado de zumbis, o Esperto tentar ligação direta em  um Fusca &#8217;77 enquanto o Furtivo faz cover d&#8217;A Banda Mais Bonita da Cidade pra acalmar o Brucutu que está em frenesi.</p>
<p>- Se você se arriscar em uma ação que não corresponde ao seu arquétipo você somente poderá utilizar dados de Bônus ou dados da pilha de Suprimentos, explicados abaixo. (Isto é uma House Rule, na verdade você não rolaria nenhum dado quando se arriscasse em uma ação que não correspondesse ao seu arquétipo, mas eu quero vocês agindo e sendo criativos)</p>
<h4>PARA CONHECER MAIS SOBRE ESTE JOGO, COMPRE-O <a href="http://loja.redboxeditora.com.br/" target="_blank">AQUI</a>.</h4>
<h4>TIO OOZE RECOMENDA MORTALMENTE!</h4>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cercado-por-zumbis-34dcb.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1780" title="cercado-por-zumbis-34dcb" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cercado-por-zumbis-34dcb.jpg" alt="" width="489" height="367" /></a></p>
<p>É isso, espero que vocês também se animem para narrar este excelente jogo. E boas mortes!!</p>
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		<title>Resenha &#8211; Busca Final</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/02/26/resenha-busca-final/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 16:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Indie RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[busca final; indie rpg; rpg narrativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Busca Final Autores: Giltônio Santos e Richard Garrell 96 páginas Editora: Secular Games. Como muitos de vocês sabem, desde o dia 07 de Fevereiro (e até o dia 20 de Março) está em Pré-Venda o RPG narrativo Busca Final, da Secular Games e este humilde cubo gelatinoso recebeu uma cópia em .pdf do livro! Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Busca Final</strong><br />
Autores: Giltônio Santos e Richard Garrell<br />
96 páginas<br />
Editora: Secular Games.</p>
<p>Como muitos de vocês sabem, desde o dia 07 de Fevereiro (e até o dia 20 de Março) está em <a href="http://www.secular-games.com/2011/02/pre-venda-do-busca-final/" target="_blank">Pré-Venda</a> o RPG narrativo <a href="http://www.secular-games.com/2010/09/conhecendo-o-jogo-de-narrativa-busca-final/" target="_blank"><strong>Busca Final</strong></a>, da Secular Games e este <span style="color: #ffcc00;"><strong><span style="text-decoration: underline;">humilde</span></strong></span> cubo gelatinoso recebeu uma cópia em .pdf do livro! Apesar de ter ficado envaidecido e muito grato, pensei comigo: Merece  uma resenha, mas não por isto pouparei-os de minha acidez, afinal  <span style="text-decoration: line-through;">o Rocha parou de me seguir no Twitter e o Giltônio nunca começou</span> sou um blogueiro imparcial (Nope!).<br />
O fato é que &#8211; já disse mais de uma vez &#8211; estou julgando livros pelo que eles são (ou se propõe a ser) e não pelo que eu imagino ou espero que eles sejam. <span style="color: #ffffff;">Isto serve como um aviso, para que a Secular retire a trolagem ao D&amp;D 4e , na segunda impressão ou então&#8230;.</span></p>
<h3>A Jornada de outrora.</h3>
<p>Busca Final é um RPG Narrativo sobre a jornada de uma Compania (nonde os personagens-jogadores se inserem) em busca da resposta definitiva para a pergunta: &#8220;O que aconteceu com o mundo?&#8221;. O livro em si é uma jornada por um mar de influências, referências e ganchos para histórias épicas. Claro que muitas referências estão na cabeça de quem lê, mas é impossivel não pensar &#8220;O mundo seguiu adiante&#8221; enquanto se percorre o capítulo sobre os reinos de Othora. Em Busca Final, o mundo era mágico e fantástico quando de uma hora para  outra a magia sumiu e isto afetou de uma forma ou outra o seu  personagem. O mundo inteiro começou a &#8220;girar&#8221; em torno deste fato, mesmo que alguas facções tentem impedir a magia de retornar.<br />
Como um jogo narrativo, tudo fica á cargo do grupo. A compania da qual fazem parte, o lider dela, a historia dos Protagonistas e dos Coadjuvantes, batalhas, etc&#8230;  O narrador está ali mais para não deixar que a história fique estagnada do que para regular regras. O foco do jogo é a caminhada e não o destino. Você não conta apenas a sua história, você conta a jornada dos seus semelhantes, suas vitórias e fracassos. É um jogo inspirador, de conhecimento e re-conhecimento.</p>
<h3>O Sistema dA Fortuna</h3>
<p>O sistema de Busca Final utiliza cartas ao invés de dados. Não vou aqui me alongar á respeito do minimalista sistema (Saque uma carta, some com o atributo e obtenha 9 ou mais) pois ele é timido, quase não faz questão de aparecer. Porém os conceitos por detrás dele são de uma inventividade ímpar. O combate, por exemplo, resume-se ao saque de uma carta por cada personagem e pronto. Ao vencedor a narrativa! Por ser tão minimalista, o sistema provavelmente não agradará a todos os grupos. Eu penso que é possivel fazer um sistema mais complexo e estratégico usando cartas ( <a href="http://www.ooze.com.br/2010/04/23/heaven-earth/" target="_blank">Heaven  Earth</a> é ótimo nisto) mas esta não foi a intenção dos autores. Os atributos por exemplo são todos conceituais: Você não testa sua Força, você testa sua Coragem. Você não testa sua Sabedoria, você testa sua Experiencia e isto sem dizer que cada atributo tem um naipe relacionado que inclina seu personagem para conceitos um pouco mais objetivos como Social, Mental, Fisico e Espiritual.  Um conceito muito explorado é a sua Mão da Fortuna (cartas da mão que você pode utilizar em tstes) e o Baralho do Destino (Você saca uma carta do baralho para resolver um teste e pode ter até visões e presságios,<em> how cool is that?</em>) assim, por mais que você e seu grupo sejam mestres da narrativa compartilhada, uma hora vocês terão que sacar cartas e o inesperado chuta a porta da sua sessão.</p>
<h3>O Duk e sua Compania</h3>
<p>Aqui mora um dos conceitos mais inovadores deste jogo e o mais trabalhoso também. TODOS os jogadores vão interpretar o lider da Compania, hora ou outra. Este lider é o resposável direto pela moral da tropa e se ele falha, todos falham. Isto significa que todos os jogadores terão uma grande parcela de culpa sobre o andamento do jogo. Novamente, isto pode não ser bom para todos os grupos, uma vez que certos jogadores não gostam de ser o centro das atenções enquanto outros não veem a o momento de assumir as rédeas do mundo.<br />
A compania por outro lado é de responsabilidade de todos e assim como o Duk ela tem atributos próprios e diferentes dos atributos dos jogadores, a sua jornada pode literalmente terminar se a sua Compania perder a fé e como eu disse anteriormente o Destino pode mudar de repente e ser uma cadela vadia de vez em quando.<br />
Se o capitulo dos reinos pode remeter a Torre Negra e a o parte do Duk a Leônidas, podemos dizer que a Compania nos remete a Band of Brothers. <em>&#8220;Currahee&#8221;</em></p>
<h3>O Fim<em> </em></h3>
<p>Busca Final é todo estruturado para que você tenha uma história com começo meio e fim. É tão estruturado, na verdade que eu chego a ver o Busca Final quase como uma Dinamica de Grupo, mais do que um jogo. Eu não ficaria nada surpreso se algum diretor de Recursos Humanos utilizasse os conceitos de Busca Final para selecionar estagiarios, me peguei pensando nisto várias vezes pelo livro. Parece viagem mas vejam bem: No jogo você tem a meta final, que é encontrar a Verdade. A empresa tem sua Missão. No jogo você é parte responsável pelo sucesso da Compania, assim como cada funcionário é responsável pelo sucesso da empresa. Em Busca Final você eventualmente assumirá o papel de líder e pode conduzir ao sucesso ou ao fracasso. Você precisará lidar com situações inesperadas e contorná-las utilizando os atributos que te favorecem e mesmo após ser bem sucedido você precisará ser despojado e criativo para narrar a situação sem afetar o andamento do jogo. Diz se não dá uma dinâmica de grupo bastante interessante?<br />
Minhas unica crítica é em relação ao modo de jogo. Busca Final não é um jogo casual. Você não inicia e termina uma jornada em uma noite e sai satisfeito com o resultado. Por ser um jogo narrativo ele demanda jogadores experientes, entrosados e que entendam que a estrela do jogo é a história e não os personagens.<br />
Dito isto, o jogo é inovador e um verdadeiro marco dentro do RPG nacional. A escrita é fluida, e tanto os contos quanto as ilustrações quase translúcidas da Germana Vianna acertam em cheio para transmitir o tema. A capa é do Dan Ramos, nome que se consolida cada dia mais como ilustrador indispensável nessa nova leva de RPGs brasileiros.<br />
No final do livro você sente como se tivesse lido o RPG baseado em um romance que já deveria ter lido e mesmo que não goste de jogos narrativos você se pega querendo jogar no mundo de Othora apenas para aproveitar todos os ganchos salpicados por toda a obra.</p>
<p>Busca Final é só inicio de um belo trabalho que a Editora Secular Games começa a desenvolver no Brasil. E não é que esses minerinho doidimais me despetaram a vontade de  jugá um RPG narrativo? Bão demais!</p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/BuscaFinalCapa12-473x750.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1773" title="BuscaFinalCapa12-473x750" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/BuscaFinalCapa12-473x750.jpg" alt="" width="473" height="750" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>House Rules: Lava, Magma e demais Rochas Incandescentes</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2011/02/18/house-rules-lava-magma-e-demais-rochas-incandescentes/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 22:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4e]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada li o que eu considero o maior e melhor suplemento para D&#38;D 4e, ever. É uma vasta dissecação sobre Lava, Magma, Rochas incandescentes e demais materiais de temperatura extrema. A parte mais elegante, na minha opinião, é o &#8220;crunch&#8221;, são as regras que auxiliam DMs (novatos e experientes) a lidar com esta interpérie. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/vulcao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1765" title="vulcao" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/vulcao.jpg" alt="" width="247" height="155" /></a>Semana passada li o que eu considero o maior e melhor suplemento para D&amp;D 4e, ever.</p>
<p>É uma vasta dissecação sobre Lava, Magma, Rochas incandescentes e demais materiais de temperatura extrema. A parte mais elegante, na minha opinião, é o &#8220;crunch&#8221;, são as regras que auxiliam DMs (novatos e experientes) a lidar com esta interpérie.<br />
Prontamente pensei em traduzir estas regras para o nosso querido Pt-br e disponibilizar á vocês em PDF.</p>
<p>Antes, porém, convém aqui fazer a disntinção entre estes dois materiais, que encontrei na Wikipedia e confirmei estas informações em sites de geologia, para que não haja questionamento por parte dos  Advogados de Regras:</p>
<h3><strong>MAGMA</strong></h3>
<p><em><strong>Magma</strong> é o nome dado a <a title="Rocha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha">rocha</a> fundida debaixo da superfície da <a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra">Terra</a> que, quando expelida por um vulcão, dá origem à <a title="Lava" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lava">lava</a>. Localiza-se normalmente dentro de <a title="Câmara magmática" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mara_magm%C3%A1tica">câmaras magmáticas</a>, entre os 15 e os 150 km de profundidade. É composto por uma massa de <a title="Silicato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silicato">silicatos</a> a alta temperatura e pressão, entre 650 e 1200 <a title="Grau Celsius" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grau_Celsius">ºC</a> (podendo chegar a 1560 °C), acompanhada por um conjunto variável, em proporção e tipos, de <a title="Íon" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Don">iões</a> <a title="Metal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metal">metálicos</a> e compostos voláteis, ricos em <a title="Enxofre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Enxofre">enxofre</a>.</em></p>
<p><em>A mistura de materiais e a presença de compostos voláteis permitem uma descida substancial da <a title="Ponto de fusão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponto_de_fus%C3%A3o">temperatura de fusão</a>, quando comparada à que corresponderia aos materiais isolados. A relação entre a <a title="Pressão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press%C3%A3o">pressão</a> e a temperatura de fusão de um material permite explicar a passagem ao <a title="Líquido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADquido">estado líquido</a> dos materiais quando se dá uma descida substancial destes valores. Uma <a title="Rocha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha">rocha</a> e o magma que a origina não têm um limite para mudar de estado, mas  apenas um intervalo delimitado por duas temperaturas. A inferior,  chamada <a title="Ponto de solidus (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ponto_de_solidus&amp;action=edit&amp;redlink=1">ponto de solidus</a>, é aquela à qual o primeiro componente funde e abaixo da qual todos os materiais estão no <a title="Sólido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3lido">estado sólido</a>. A superior, <a title="Ponto de fusão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponto_de_fus%C3%A3o">ponto de fusão</a>,  é aquela que faz com que passe para o estado líquido o último  componente sólido, isto é, o que possui o ponto de fusão mais alto. A  partir daí, o magma estará completamente no estado líquido. Entre essas  duas temperaturas, o magma será uma mistura de materiais fundidos e  sólidos, em proporções que dependem da <a title="Temperatura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Temperatura">temperatura</a>.</em></p>
<p><em>O magma é o ancestral de todas as <a title="Rocha ígnea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_%C3%ADgnea">rochas ígneas</a>, sejam elas <a title="Intrusiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intrusiva">intrusivas</a> ou <a title="Extrusiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Extrusiva">extrusivas</a>. O magma permanece sob alta <a title="Pressão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press%C3%A3o">pressão</a> e, algumas vezes, emerge através das fendas <a title="Vulcão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o">vulcânicas</a>, na forma de <a title="Lava" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lava">lava</a> fluente e <a title="Fluxo piroclástico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluxo_pirocl%C3%A1stico">fluxos piroclásticos</a>. Os produtos de uma erupção vulcânica geralmente contêm <a title="Gás" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s">gases</a> dissolvidos que podem nunca ter alcançado a superfície do <a title="Planeta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta">planeta</a>. O magma se acumula em várias câmaras de magma, situadas no interior da <a title="Crosta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crosta">crosta</a> terrestre, cuja localização resulta em leves alterações na sua composição.</em></p>
<p><em><strong>Fonte:</strong> </em>http://pt.wikipedia.org/wiki/Magma</p>
<h3><strong>LAVA</strong><em><br />
</em></h3>
<p><em><strong>Lava</strong> (do <a title="Língua italiana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_italiana">italiano</a> <em>lava</em>, derivado do <a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a> <em>labes</em>: <em>queda</em>, <em>declive</em> ou <em>penetrante</em>) é a designação dada ao material geológico em <a title="Fusão (física)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fus%C3%A3o_%28f%C3%ADsica%29">fusão</a>, com <a title="Temperatura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Temperatura">temperatura</a> em geral entre os 600 °C e os 1 250 °C, que um <a title="Vulcão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o">vulcão</a> expele durante uma <a title="Erupção" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erup%C3%A7%C3%A3o">erupção</a>. Embora em função da sua composição e temperatura as lavas possam ter uma <a title="Viscosidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viscosidade">viscosidade</a> superior a 100 000 vezes a da água, algumas delas, particularmente as <a title="Máfica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1fica">máficas</a>, podem ser bastante fluidas, o que em conjunto com as suas propriedades de <a title="Tixotropia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tixotropia">tixotropia</a> e de <a title="Pseudoplasticidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pseudoplasticidade">pseudoplasticidade</a> permite que as <em><a title="Escoada lávica (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Escoada_l%C3%A1vica&amp;action=edit&amp;redlink=1">escoadas lávicas</a></em><a title="Erupção efusiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erup%C3%A7%C3%A3o_efusiva">erupções efusivas</a> (não explosivas) permaneçam activas durante períodos longos e cheguem a percorrer mais de uma dezena de  quilómetros antes de solidificar. A lava deriva directamente do <a title="Magma" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Magma">magma</a>, o material em <a title="Fusão (física)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fus%C3%A3o_%28f%C3%ADsica%29">fusão</a> que se encontra sob a superfície da <a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra">Terra</a>,  cuja composição reflecte, pelo que ao solidificar, depois de  desgaseificar e arrefecer, forma escoadas lávicas constituídas pelas  correspondentes <a title="Rocha ígnea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_%C3%ADgnea">rochas ígneas</a> extrusivas.</em></p>
<p><em>O termo <em>lava</em> foi pela primeira vez utilizado referindo-se à extrusão de magma pelo médico e naturalista napolitano <a title="Francesco Serao (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Francesco_Serao&amp;action=edit&amp;redlink=1">Francesco Serao</a> sobre a erupção do <a title="Vesúvio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ves%C3%BAvio">Vesúvio</a> que ocorreu entre <a title="14 de Maio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_Maio">14 de Maio</a> e <a title="4 de Junho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_Junho">4 de Junho</a> de <a title="1737" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1737">1737</a>. numa nota sobre a erupção do <a title="Vesúvio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ves%C3%BAvio">Vesúvio</a> que ocorreu entre <a title="14 de Maio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_Maio">14 de Maio</a><a title="4 de Junho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_Junho">4 de Junho</a> de <a title="1737" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1737">1737</a>.</em></p>
<p><strong>Tipos de Lava</strong></p>
<p><em>As lavas podem-se distinguir em:</em></p>
<ul>
<li><em><strong>Lava fluida’’’ ou ‘’’lava básica</strong> – tem uma temperatura muito  elevada, pobre em sílica e em gases. São lavas que se movem muito  rapidamente e são características de erupções vulcânicas do tipo  efusivo.</em></li>
<li><em><strong>Lava intermédia</strong> – é um tipo de lava com características intermédias entre as lavas ácidas e básicas.</em></li>
<li><em><strong>Lava Viscosa ou Ácida</strong> – lava de baixas temperaturas, rica em  sílica e em gases. É uma lava que se move com muita dificuldade e  característica de erupções vulcânicas do tipo explosivo.</em></li>
</ul>
<p>(Eu ia fazer menção também aos tipos de &#8220;escoamentos lávicos&#8221; mas vocês podem aprofundar a leitura no link abaixo)</p>
<p><strong>Fonte</strong>: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lava</p>
<p>P.S.: Gostaria de lembrar a todos que apesar das regras serem para D&amp;D 4e, ela pode ser facilmente adaptadas para Pathfinder, Old Dragon e &#8211; por que não? &#8211; Burning Wheel!</p>
<p>Bom Jogo!</p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/LavaMagma.pdf">Lava&amp;Magma</a> Clique e baixe o Pdf com o resumo das regras.</p>
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		<title>Resenha: Old Dragon.</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 12:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom dia, boa tarde ou boa noite e pro meu amigo Shingo, bom crepúsculo. E feliz 2011 pra todo mundo que rola dados. Se você não rola dados, então que se f Iniciei meu 2011 com uma grata surpresa: No último dia do ano recebi dos correios meu Old Dragon e o DM Screen nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia, boa tarde ou boa noite e pro meu amigo Shingo, bom crepúsculo. E feliz 2011 pra todo mundo que rola dados. Se você não rola dados, então que se f<strong> </strong></p>
<p><strong>I</strong>niciei meu 2011 com uma grata surpresa: No último dia do ano recebi dos correios meu Old Dragon e o DM Screen nacional mais  &#8220;Elogiado pelo Elmore&#8221; de todos os tempos.</p>
<p>Em 2 dias li o livreto &#8211; suas regras já familiares aos jogadores veteranos e escrita simples aos jogadores novatos.</p>
<p>Gostei bastante do que li. Acharam que eu torceria o nariz para o OD por ele alegar ser a &#8220;antítese&#8221; do D&amp;D 4e (do qual sou partidário, devoto, adorador, terrorista, etc)? Mal sabem que o que me viciou em D&amp;D (mais do que em RPG) foi o estilo simples do D&amp;D da Grow. Então eu não perderia a chance de voltar aqueles áureos tempos do RPG moleque.</p>
<p>Abaixo faço uma resenha sobre o livro em si e sobre como o sistema se saiu na minha primeira sessão de jogo (a segunda já está marcada!).</p>
<h3>O volume em si.</h3>
<p>A qualidade do Old Dragon está profissional, digna de qualquer grande editora. Papel envernizado (significando que se você esfregar a página com força usando o dedão amarelo de cheetos, a tinta borra um pouco como em <strong>todo</strong> livro).</p>
<p>As ilustrações estão fantásticas, escolhidas a dedo para passar aquele clima nostálgico sem deixar de ser moderno.</p>
<p>O texto está FACÍLIMO de ler e a revisão está incrível, já atendendo a reforma ortográfica num trabalho quase irretocável da Elisa Guimarães (Piolhos sempre existirão).</p>
<p>Profissional. Não esperava nada menos do pessoal do OD.</p>
<h3>O que é o Old Dragon?</h3>
<p>Após ler algumas resenhas sobre o D&amp;D Gamma World RPG (eu fiz a minha própria, vasculha aí pra baixo se quiser lê-la) notei que algumas pessoas reclamavam do jogo por ele não ser o que eles achavam que fosse. Mas eles não faziam uma resenha analizando o jogo pelo que ele era ou se propunha a ser. Desde então procuro olhar para os produtos tentando ve-los pelos que são e não pelo que eu gostaria.</p>
<p>Assim, o Old Dragon é um sistema baseado em D&amp;D com uma pegada descomplicada e elemental. Nem por isto monótona e sem vida. Você não verá regras para multiclasse ou classe-dupla, mas verá conceito de ordem, caos e neutralidade onde quem vai decidir se o PJ é bom ou mau é o jogador e não o livro. Ali você poderá encontrar Necromantes bondosos e Paladinos Malignos.</p>
<p>O Old Dragon vai evocar em seu jogo aquele clima de &#8220;heróis que ainda não sabem que o são&#8221;. É isso o que ele se propõe a fazer e é isto o que ele consegue entregar. A sacada genial fica por conta dos itens mágicos que carregam neles o alinhamento de quem os criou e assim pode conceder BEM MAIS do que o personagem imagina.</p>
<p>No restante o Old Dragon não faz espetaculares inovações e nem se propõe a isso. Ele fica no básico. Não tenta reinventar a roda e por isso não se perde, não exala megalomanias de criar elementos nunca dantes vistos. Não. No OD você encontrará regras simples e enxutas. Poucas delas inclusive, já que o DM é incentivado a criar e improvisar.</p>
<h3>O que o Old Dragon não é.</h3>
<p>Se você nunca jogou RPG na vida ou se pretende presentear tal pessoa com um Old Dragon,  saiba que ele não te pegará pela mão e te levará para um passeio. Ele não vai conduzir você do elemento mais básico do RPG até formá-lo um DM capaz de improvisar sobre qualquer situação. O Old Dragon dará os parametros básicos e aí entra a SUA massa cinzenta para fazer a máquina funcionar. O Old Dragon não lhe dirá como criar sua própria Dungeon ou como equalizar o número de inimigos para o seu grupo. Isso você vai ter que fazer na tentativa e erro. E vai aprender muito com isso. Pode não ser o ideal para TODOS os jogadores, mas os que se esforçarem poderão agradecer posteriormente pela recompensa do aprendizado. O Old Dragon não é sua babá.</p>
<h3>E como fica tudo isso junto?</h3>
<p>Depois de ler fui tirar o sistema á prova. Juntei um bando de macaco velho em D&amp;D e colocaria o Dragão na fogueira. Vamos falar sobre essa sessão e as soluções ou obstáculos que o OD apresentou. Lembrando que aqui vão minhas opiniões de preferncia pessoal e aqui não utilizo o &#8220;jogo pelo que ele é &#8221; e sim o &#8220;adeque-se ao meu gosto, jogo maldito&#8221;.</p>
<p>Antes da sessão eu não fazia a mínima ideia de como seria a aventura. Fiz isso de propósito pois queria saber se as tabelas de aleatoriedade do sistema me proveriam ganchos com os quais improvisar. A unica coisa que eu sabia é que o Mago do grupo ficaria sem seu grimório, que seria roubado por um elfo. Estaria aí uma das motivações para a aventurança.</p>
<p>Numa combinação de dados quase mágica ficou determinado que o jogo se passaria em Dezembro (12 em 1d12) no Inverno (4 em 1D4) e numa Geleira (5 no D6 na tabela de encontros aleatorios).</p>
<p>O grupo foi formado por dois anões (um Clérigo e um Homem de Armas), um elfo (Mago), um humano (Ladrão) e um halfling (Mago !!!!!!!!!!).</p>
<p>Após descrever como o Halfling fora expulso de sua escola de magia (Requesito básico pra todo halfling mago, em minhas mesas) os dois magos quase destruiram as vilas vizinhas com a implosão da torre e a consequente avalanche.</p>
<p>Ao perseguirem em vão um caridoso elfo que os salvou da avalanche e os aliviou do peso de um grimório, os magos foram cercados por 6 lobos (tabela de encontro aleatórios foi imperdoável) e aqui podemos considerar a primeira analize do sistema: O combate.</p>
<p>Pausa para explicar o sistema de combate de Old Dragon.</p>
<p>Numa rodada, os personagens primeiramente DECLARAM o que vão fazer. Depois disto eles rolam sua iniciativa (1d10)  e somam a ela um valor que varia de acordo com a ação que declararam. <strong>Lançar uma magia?</strong> 1d10 + (10 &#8211; Circulo de Magia). <strong>Ataque com Arma?</strong> 1d10+ Iniciativa da Arma. <strong>Mover-se?</strong> 1d10 + (Destreza / 3).<br />
Assim você pode agir na Iniciativa 10 neste turno, já no próximo agir na 12, etc</p>
<p>Neste combate, 6 Lobos cercam os dois magos e um deles é pego de surpresa. Nada promissor.</p>
<p>Os outros personagens faziam parte de uma caravana que ia entregar suprimentos para uma cidade parcialmente afetada pela avalanche (que foi causada pelo halfling) quando viram um elfo e seu filho (?) servindo de presa para lobos famintos.</p>
<p>O sistema de combate no Old Dragon é baseado no AD&amp;D onde cada arma e cada ação tinha sua própria iniciativa. É um conceito muito divertido pois há um toque de caos e imprevisibilidade, porém precisa de atenção e controle senão o DM se perde antes de dizer &#8220;Emboscada Goblinóide!&#8221;.</p>
<p>Recomendo aos DMs que não querem dar TPK (Total Party Kill) em todas as sessões, que fiquem atentos ás regras de Moral dos monstros e utulizem-nas.</p>
<p>Eu sei que fui sacana separando os magos do grupo e cercando-os sendo que um deles estava sem o grimório e os dois unicos pergaminhos eram &#8220;Ler Magia&#8221; e &#8220;Abrir/Fechar&#8221;, eu não disse que seria justo! Eu não achei, porém,  que os magos cairiam tão rapidamente, definitivamente estava acostumado com o 4e onde os magos conseguem segurar 2 turnos até a chegada da cavalaria. Havia me esquecido como os magos Old School (aqueles que não tem feats, nem pericias, nem familiares, etc) são bastante dependentes de seus aliados nos primeiros níveis.<br />
O halfling tombou no primeiro turno, onde recebeu o ataque de dois lobos. Os lobos perdiam o interesse em alvos que não se movessem e partiam pra outros invasores de território. (Desculpinha do DM bonzinho, um lobo teria aberto a presa ao meio e consumido tanta carne quanto possível no menor espaço de tempo).</p>
<p>O resto do grupo só conseguiu alcançar a alcateia no terceiro turno e enquanto isso o ladrão ia disparando suas flechas. O elfo mago lançou mão flamejantes e aqui uma curiosidade á respeito do sistema de iniciativa e os magos:  A regra é clara em dizer que se o mago declarar que irá lançar uma magia e receber um ataque antes de chegar seu turno, a magia é perdida. TEMÇO! Com magias de primeiro círculo, tudo bem, afinal você rola inic. com +9 e dificilmente alguma outra criatura agirá antes e como não existe ataque de oportunidade, um mago consegue lançar magias a alvos adjacentes sem preocupações. Mas imagina o seu mago tentando soltar AQUELA bola de fogo (3º Círculo, ou seja, +7 de iniciativa) e rola um 1, ficando com 8 de iniciativa&#8230; Aqui o grupo vai precisar de tática combativa (tão criticada nos videogames-de-papel da vida) pra não deixar atacarem o mago antes dele agir. Massa né?<br />
O clérigo caiu após receber 3 ataques no mesmo turno. O Homem de Armas teve um acerto crítico e fiz um teste de moral para os lobos. Estes falharam e o grupo foi poupado de um massacre.<br />
O combate durou cerca de 7 rodadas. As 3 primeiras foram puramente narrativas mas quando os PJs começaram a se aglutinar, a coisa começou a complicar, então saquei minhas miniaturas e meu grid. Foi literalmente outro jogo. É possível sim jogar OD sem grid, mas eu pergunto&#8230; PRA QUÊ? Pra que complicar se dá pra facilitar? Caso você não tenha um grid e marcadores, você conseguirá jogar. O DM não vai complicar por demais os cenários dos combates para não perder a sanidade mas até aí tudo bem. Agora se você tem grid e minis faça um favor a você mesmo e USE-OS. Eu nem respeitei referencial de distancias, foi apenas um localizador para saber quem estava sendo atacado por quantos lobos e quem estava em que posição&#8230; Nada de desabonador usar um grid no OD. Gary Gygax usaria!</p>
<p>Findo o combate, entramos na parte do sistema de cura. No OD a cura é lenta. Sem magias ou poções então, é lentíssima. Faz parte do sistema. É pra ser assim. Aqui entram dois estilos de jogo e nenhum está errado, apesar do Mr. Pop achar que sim! No 4e os personagens iriam descansar e estariam em condições boas o suficiente pra seguir viagem, a aventura prosseguiria com mais ação, mais exploração, ou seja, mais aventura. No OD não, aqui eles foram obrigados a buscar uma vila e precisaram de 5 dias para curar o grupo todo (1d4+1 p.v. por dia e o PJ que ficou de enfermeira não pôde se curar). Esta parada os fez caminhar pela cidade, fazer contatos, perguntar sobre o elfo ladrão de grimórios, conhecer a região. Isso permitiu improviso, interação entre os jogadores e muitas tiradas engraçadas. No 4e não haveria todo este contato com NPCs e muito provavelmente não haveria tanta improvisação narrativa. No 4e haveria pelo menos mais um combate e o desenvolvimento do plot. No OD não houveram mais combates mas houve muita interação e investigação. Dois estilos válidos e que na minha opinião não se embatem.</p>
<p>A historia terminou com o grupo curando-se, descobrindo que o elfo misterioso tinha mesmo passado por ali porém decidiram não ir , por ora, atrás dele. Decidiram voltar para a cidade natal para receber sua recompensa e equiparem-se.</p>
<p>Notas engraçadas da sessão:</p>
<ul>
<li> O Halfling ao encontrar um alce sobre cujos chifres haviam sido entalhadas runas mágicas: Olá alce, fala a minha língua? &lt;Pausa de 10 minutos na sessão para as gargalhadas&gt; Alce: Mmmmmmuuuuuuuu &lt;Mais 10 minutos&gt;</li>
<li>Anão Clérigo correndo para a batalha: POR MORADIM . &lt;Corneta de chifre&gt; FUOOOOOOOOM &lt;/Corneta de chifre&gt;. DM: Então&#8230; uma SEGUNDA avalanche&#8230;</li>
<li>Anão Clérigo inspecionando uma gaita de osso, deixada pelo Elfo Misterioso: &#8220;&lt;Passando em um teste de inteligencia&gt; Vejam, esta gaita se torna uma adaga! O que será que faz este Bandolim?&#8221; Anão Homem de Armas: &#8220;Se essa porra virar um machado, é MEU!&#8221; (O bandolim era normal mas depois dessa, virou o machadão &#8220;El Caboing&#8221;)</li>
</ul>
<p>Enfim, foi um ótimo jogo, nos divertimos bastante e o Old Dragon foi aprovado com louvores em nossa mesa. Como quero testar mais o sistema, fiz com que os personagens passassem de nível e vamos jogar a próxima sessão no nivel 2. Que venha!</p>
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		<title>Famine in the Far-Go, suplemento para Gamma World</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Já deu pra notar que eu estou adorando o Gamma World? Se não deu, serei claro: <strong>ÉS DE LO CARIJO, MERMÃO!</strong></p>
<p>Dia 11 agora sai o primeiro suplemento para D&amp;D Gamma World em formato de caixa, com mais 2 mapas, mais tokens de monstros, mais cartas e mais um livreto contendo novas Origens (Ah eu já sabia). A melhor notícia deste suplemento é: <em>Gelatinous Origin</em> (HELL YEAH, é nózes!). O autor deste suplemento é o ótimo <a href="http://www.robertjschwalb.com/" target="_blank">Robert J. Schwalb</a></p>
<p>Fiquem com um breve Unboxing do suplemento, que surupiei do blog do autor.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="277" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowNetworking" value="all" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashvars" value="autoPlay=0&amp;useRating=0&amp;paddedWidth=340&amp;paddedHeight=277&amp;videoWidth=340&amp;videoHeight=192&amp;videoID=1348971&amp;loginURL=http://community.wizards.com&amp;signupURL=http://community.wizards.com/signup" /><param name="src" value="http://www.onesite.com/resources/flash/tofPlayer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="277" src="http://www.onesite.com/resources/flash/tofPlayer.swf" flashvars="autoPlay=0&amp;useRating=0&amp;paddedWidth=340&amp;paddedHeight=277&amp;videoWidth=340&amp;videoHeight=192&amp;videoID=1348971&amp;loginURL=http://community.wizards.com&amp;signupURL=http://community.wizards.com/signup" allowfullscreen="true" allownetworking="all" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>O Ooze aqui está aceitando presentes de Natal, meus chegados!</p>
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		<title>Gamma World: Junkulator !</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 16:41:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Blog gringo  Critical Hits lançou hoje um aplicativo que simula o Ancient Junk (tralha véia) que os personagens de Gamma World encontram em suas aventuras. É bastante divertido e conta com uma lista de mais OITOCENTAS tranqueiras retirada de várias edições do Gamma World ao longo do tempo e muitos de seus suplementos. Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Blog gringo  <a href="http://critical-hits.com" target="_blank">Critical Hits</a> lançou hoje um aplicativo que simula o Ancient Junk (tralha véia) que os personagens de Gamma World encontram em suas aventuras. É bastante divertido e conta com uma lista de mais OITOCENTAS tranqueiras retirada de várias edições do Gamma World ao longo do tempo e muitos de seus suplementos.</p>
<p>Vale a pena conferir o <strong><a href="http://critical-hits.com/ch-presents/gamma-world-junkulator/" target="_blank">JUNKULATOR</a></strong> !!!</p>
<div id="attachment_1752" class="wp-caption alignleft" style="width: 553px"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/12/junkulator_sample.jpg"><img class="size-full wp-image-1752 " title="junkulator_sample" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/12/junkulator_sample.jpg" alt="" width="543" height="534" /></a><p class="wp-caption-text">Um shampoo anti-caspas? Uhu!</p></div>
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		<title>MindBlade (Lâmina Mental) &#8211; Nova classe para D&amp;D 4e.</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 18:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com muito trabalho, dedicação e noites mal dormidas, finalmente consegui terminar a classe nova &#8211; desenhada especialmente para Dark Sun &#8211; feita para atender aos apelos de um jogador que queria jogar com um Lâmina Arcana, mas que as house rules da nossa campanha tornariam inviável, já que nela os poderes Arcanos precisam ser &#8220;preparados&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com muito trabalho, dedicação e noites mal dormidas, finalmente consegui terminar a classe nova &#8211; desenhada especialmente para Dark Sun &#8211; feita para atender aos apelos de um jogador que queria jogar com um Lâmina Arcana, mas que as <em>house rules</em> da nossa campanha tornariam inviável, já que nela os poderes Arcanos precisam ser &#8220;preparados&#8221; antes de serem lançados, a fim de se evitar o <em>defilling</em>.</p>
<p>Assim, começamos a pensar em uma classe completamente nova, que pudesse simular a classe Arcana e ao mesmo tempo encaixar-se nos parâmetros da nossa campanha.</p>
<p>Relato abaixo em detalhes como foi que fizemos:</p>
<p>&#8220;Saca só, tu pega o Lâmina Arcana e tudo onde tiver escrito <em>Arcane</em> no poder, tu muda pra <em>Psionic</em>, véio!&#8221;</p>
<p><em>Voilá</em>!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/11/PsionBlade.jpg"><img class="size-full wp-image-1735 aligncenter" title="MindBlade" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/11/PsionBlade.jpg" alt="" width="255" height="282" /></a></p>
<p>Espero que aproveitem.</p>
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		<title>D&amp;D Gamma World RPG &#8211; Review 4.5 !!!</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 22:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gamma World]]></category>

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		<description><![CDATA[Decidi fazer mais um post sobre Gamma World porque estou realmente me divertindo com ele.  Dessa vez me aprofundo mais. Confessa que você gosta, vai! Personagens, equipamentos e bizarrices. Uma coisa que eu não tinha me atentado e que o livro sugere é que os personagens não são apenas e tão somente duas metades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decidi fazer mais um post sobre Gamma World porque estou realmente me divertindo com ele.  Dessa vez me aprofundo mais. Confessa que você gosta, vai!</p>
<h3>Personagens, equipamentos e bizarrices.</h3>
<p>Uma coisa que eu não tinha me atentado e que o livro sugere é que os personagens não são apenas e tão somente duas metades que se somam. Os resultados podem ser bem bizarros pois  são 20 raças e como você rola duas vezes a combinação entre elas resulta em 400 resultados possíveis (alguem me corrija se estiver enganado &#8211; a matematica não é o forte do limo). Então que tipo de personagem é um Plant/Giant ? Voce pode dizer que você um gigante com vinhas crescendo pelo corpo ou então uma versão mutante do Barbarvore. Ao inves de voce colar as duas metades voce cria uma raça unica, afinal voce é um mutante!<br />
Isso sem falar nas Alpha Mutations que mudam a cada encontro e acabam por diferenciar ainda mais os personagens.<br />
Vai falar que este exercicio de criatividade não é de se tirar o chapeu?<br />
E falando em chapeu a lista de tranqueiras (Ancient Junk) é hilária e de utilidade duvidosa, mas os personagens não sabem disso: Afinal aquele discoide prateado com a inscrição &#8220;Vanilla Ice&#8221; pode muito bem ser um refletor de raios laser. Sempre que o Game Master (sim, Gamma World não usa o termo DM!) decidir, ele rola 2d10 e compara na tabela pra surpreender os personagens com um&#8230; Saxofone!<br />
As regras para armas e armaduras é um show a parte. Uma aula de game design. Você não encontra uma lista de armas ou de armaduras. O GM apenas define se o que o PJ quer usar para se proteger pode ser usada como armadura e se ela será Leve, Pesada ou Escudo. Quanto a armas, o GM compara as caracteristicas da dita com uma lista de qualidades. Seu Yeti Radioativo (Ou seria Radiativo? Radioactive!) quer usar um escapamento de Harley-Davidson como arma? O GM saberá te passar exatamente as caracteristicas de jogo da sua arma sem problemas. O restante é cosmético, é fluff. O ataque básico é feito sempre com Str/Con para armas pesadas ou Int/Dex para armas leves, o jogador escolhe qual atributo melhor convém.<br />
Outro tipo de equipamento são as Omega Techs, que são equipamentos avançados, trazidos por aliens ou por mundos paralelos ou pela tecnologia avançada (e secreta) dos humanos pré-cataclisma.<br />
A mecanica de Cartas da Omega Techs é bem interessante: O GM distribui cartas de Omega Tech sempre que achar que deve e o jogador mantém esta carta até que a &#8220;carga&#8221; dela acabe (geralmente é um teste de sorte). O legal é: Se o equipamento ficar sem carga ele se torna inútil, mas se você for bom o suficiente você pode fuçar no aparelho e transformá-lo em uma peça útil. Ou seja, a sua jaqueta multi-funcional Marty-Brown não infla mais e nem te aquece nas noites frias mas pelo menos com alguns ajustes você ganhou uma armadura leve +2 contra esterco !</p>
<p>As cartas de Mutações funcionam de forma parecida, onde  o jogador saca cartas de Mutação que dão bonus ou o fazem passar vexame até o próximo descanso curto e você pode descartá-la e comprar outra! Parabéns, você perdeu a cauda de Iguana e ganhou Pés de Palhaço! Quando você pensa que a bizarrice terminou, ela está apenas começando.</p>
<h3>Regras, Poderes &amp; Monstros</h3>
<p>Quanto a regras, sem novidades. As regras básicas são as mesmas do D&amp;D 4,  com exceção do Action Point e das Feats, que não existem. O livreto também não apresenta regras para skill challenge mas não faria mal. Entre as 10 skills, algumas são novas mas parecem apenas substituir suas correlatas medievais: Mechanics ,  Science (Arcana), Conspiracy (Historia), Interaction (Manha).<br />
Outra coisa que muda é que ao invés de adicionar Meio Nível, os PJs adicionam o Nivel Inteiro. Praticamente é como se você estivesse jogando de 2 em 2 níveis. Por ir até o nível 10 apenas, não aparecem as Paragon Paths e a cada vez que o personagem evolui você pode escolher de qual origem vai retirar seu poder.<br />
As origens tem apenas 3 poderes: Novice, Utility e Expert. Parece pouco, mas ao passar dos níveis você adquire um poder de cada origem, acaba recebendo 6 poderes em 10 níveis, sendo que nos outro 4 níveis você aumenta sua &#8220;mão&#8221; de Mutations e recebe efeitos diferentes em acertos críticos dependendo da sua origem. (Não entendeu compra a caixa, dammit!)<br />
Diferente do 4e  nem sempre você recebe  um poder At-Will. Algumas origens possuem poderes Novices que são por encontro e assim o PJ vai precisar bastante do seu ataque básico até matar aquela gangue de Porkers.<br />
Os monstros&#8230; São IDÊNTICOS aos do 4e. Propositadmente. É claro que eles tem o toque Gamma World, como Coelhos-Humanóides-Mal-Encarados-que-transformam-sua-arma-em-Borracha, Pásssaros Sangue-Sugas, Robôs Psicopatas e outras variedades de monstros que dão dano de Radiação (E não radiante, mané!). Como já é de praxe, alguns monstros aparecem em mais de uma versão e o fluff apesar de curto é sempre engraçado e consegue passar exatamente o que p***a é aquele bicho medonho!</p>
<p>Por fim, a aventurinha no fim do livro tem 19 páginas e pra ser sincero não li.  Sei que ela se utiliza dos mapas que vem na caixe e provavelmente é bem simples, para não assustar os novatos em RPG e Gamma World.</p>
<h3>Nota Final</h3>
<p>Essa caixa me deixou bastante feliz: Pela qualidade gráfica do material  apresentado (o livro todo é colorido); pelo senso de humor escrachado  (você vê por aqui) e por ter uma seção avisando pros jogadores não se  apegarem muito aos personagens! Hell Yeah! A parte baixa fica por conta  das ilustrações que são medianas na imensa maioria (algumas porém são <a href="http://www.robotviking.com/wp-content/uploads/2010/10/gw01.jpg" target="_blank">insta-classics</a>).</p>
<p>Então, na escala Oozeana que vai de -0.5 (menos MEIO) a 4.5 (Porque jogadores de D&amp;D atoram esse número) para D&amp;D Gamma World RPG, eu dou:</p>
<p style="text-align: center;">:4:  <span style="color: #003300;">Escarradas</span></p>
<p style="text-align: left;">Porque ele entrega aquilo o que ele pretende ser: Um jogo leve e descompromissado e escrachado que funciona bem como aquele filler entre campanhas de jogos mais &#8220;sérios&#8221;.</p>
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		<title>D&amp;D Gamma World RPG</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 04:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[D&D 4e]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
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		<category><![CDATA[Gamma World]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou fingir que não faz 4 meses que não atualizo. Hoje chegou meu Gamma World e eu estava bastante curioso desde que vi algumas criticas ruins sobre o jogo. A critica ruim que deveria desmotivar teve efeito contrário, pois a critica não considerou o jogo pelo que ele era e sim pelo que o critico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou fingir que não faz 4 meses que não atualizo.</p>
<p>Hoje chegou meu Gamma World e eu estava bastante curioso desde que vi algumas criticas ruins sobre o jogo. A critica ruim que deveria desmotivar teve efeito contrário, pois a critica não considerou o jogo pelo que ele era e sim pelo que o critico achou que fosse. Que trouxa.</p>
<p>Simbora.</p>
<p>Se você acha uma ofensa o D&amp;D se parecer com um boardgame, então o D&amp;D Gamma World é um grito de &#8220;Vai chupar um canavial de RÔLA, Sr. Padre&#8221;  na sua missa de domingo. Ele é BEM puxado pro boardgame, de uma maneira bem caça-niquel já que você utiliza cartas de mutação e cada jogador pode ter seu próprio baralho customizável. Eu acho é bom. Primeiro que gasta quem quer, o jogo informa claramente que ele acontece normalmente sem nenhuma adição ao que vem na caixa básica. Segundo que eu quero mais é que a Wizards encha as pregas de dinheiro pra continuar fazendo RPGs, Boardgames, HQs e Eventos. Terceiro que jogador tá na hora de se f*der um pouco e meter a mão no bolso né? Chega de só o DM gastar.</p>
<p>A caixa vem com um livro capa mole mas papel de ótima qualidade. Ele é do tamanho do Rules Compendium (Aquisição que aí sim, o DM tem que meter a mão no bolso e essa vale muito a pena. Falarei dela, acho.) e tem 160 páginas.<br />
Vem também um deck inicial com cartas de Mutações (Alpha Mutations) e Equipamentos Tecnologicos (Omega Techs). A caixa funciona como &#8220;Dungeon Tile 3D&#8221; e pode ser usada no jogo junto com os 2 mapas presentes. Como &#8220;brinde&#8221; vem um Booster pega-trouxa (Já me pegou) com mais Alpha e Omegas pra ver se incentiva a galera a comprar.<br />
A caixa poderia vir com um set de dados né. Não faria mal a ninguém um set de dados verdes com numerais&#8230; verdes também. Mas aí nossa alfandega consideraria isto um jogo e não um livro e tome imposto paísdemerda.</p>
<p>Quanto ao jogo em si: Ainda não joguei. Próximo item.</p>
<p>Personagens: Os jogadores rolam quase tudo em uma tabela.  Cada personagem tem duas metades mutantes e cada parte fornece bonus especificos. Além disso a primeira parte define em qual atributo você ganha um 18. A segunda define em qual vc ganha um 16. E se você acha isso um metodo inverossimil, vai jogar gamão. E espero que você perca. O GW não é pra ser verossímil e dar um 18 e um 16 pra todos os jogadores é herança do boardgame onde todos os jogadores tem (ou deveriam ter) igualdade de condições.</p>
<p>O que eu espero do jogo e o que ele é na verdade:</p>
<p>Eu espero poder dar bastante risada, não me preocupar se estão corrompendo o mercado de rpg ou se eles não partilham do ideal de jogo-arte. Eu quero mesmo é poder sacar um arremessador de pregos de dentro de um 14-Bis de titanio enquanto os personagens lidam com hamsters albinos com sindrome de turete. Todos sabem que o GW é mais uma tentativa de lucro farto e desenfreado. A Wizards guarda esta licensa há muito tempo pra deixar ela na geladeira. Depende da qualidade do design deles fazer este plano dar certo, eu tenho gostado do que tenho lido e as cartas são bem engraçadas, o jogo em si não é pra ser levado a sério. Não é um jogo pra você convidar aquele grupo Atorzinho e iniciarem uma campanha do nível 1 ao 30. É um jogo pra você narrar numa tarde de sábado e não ter o menor pudor em aplicar um TPK servido. Os jogadores vão até te agradecer. É como no clube da luta, onde você chega, apanha e vai embora com um belo sorriso banguela.</p>
<p>E u sei que sou Half-Ooze-Half-Troll, mas meu 18 tá no carisma! E que venham os raios gamma. er&#8230; ¬¬</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quartas de Quarta &#8211; O RPGCON está chegando! (Parte 2)</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2010/06/30/quartas-de-quarta-o-rpgcon-esta-chegando-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 15:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amigos! Faltam 3 dias para o RPGCON, o maior evento de RPG do Brasil e hoje eu vou separar algumas dicas sobre o que você, jogador de D&#38;D 4e, pode se interessar na programação. Claro que existem MUITAS outras atações interessantes (exemplo, a palestra do Rogério Saladino &#8211; ouvi dizer que vai rolar até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos!<br />
Faltam 3 dias para o RPGCON, o maior evento de RPG do Brasil e hoje eu vou separar algumas dicas sobre o que você, jogador de D&amp;D 4e, pode se interessar na programação.</p>
<p>Claro que existem MUITAS outras atações interessantes (exemplo, a palestra do Rogério Saladino &#8211; ouvi dizer que vai rolar até brinde!) mas irei focar no 4E e relacionados porque&#8230;bem, esta coluna é sobre 4e, raios!</p>
<h3>SÁBADO</h3>
<p><em>9:30 ao 12:30 &#8211; Área de Jogos<br />
Aventura  Música Mortal (Eberron 4e &#8211; </em><em>6 jogadores.</em><em>)<br />
DM &#8211; <a href="http://newtonrocha.wordpress.com/2010/06/29/jogue-com-o-tio-nitro-minhas-mesas-de-dd-4e-no-rpgcon-2010-brindes-para-os-jogadores-307-e-4-0930-1230/" target="_blank">Tio Nitro.</a></em><br />
Meu amigo, eu provavelmente nunca te pedi nada na vida &#8211; se você não é o Dan Ramos ou o Shingo ou o Rinaldo ou minha esposa (Epa!) &#8211; então te peço isso: CORRE. Essa mesa promete ser DO CA-CE-TE ! E você ainda pode ganhar brindes. E que brindes hein, tio Nitro? Tá nadando na bufunfa!</p>
<p><em>10:00 ás 11:00 &#8211; Área de Atividades [1º andar]<br />
3º Encontro Nacional de Blogs de RPG<br />
</em>Particularmente este é o evento que mais aguardo, pois espero reencontrar os amigos &#8211; Davi Salles, Anand, Shingo, Casal Taulukko, Tarmann, Ana Saupe, Tiago Barão &#8230;é muita gente to esquecendo de vários &#8211; e conhecer pessoalmente outros &#8211; Doc Brown, Delibriand, Carol Negrão, Tchelo e Lina Pascon&#8230; outra inifinadade de gente massa. Os blogueiros tem contribuído bastante para o UP no RPG Nacional e essas reuniões são sempre divertidas.</p>
<p><em>10:00 às 11:00 &#8211; </em><em>Mini auditório [1° andar]<br />
Palestra sobre o Universo Tolkien<br />
Palestrante: Conselho Branco.<br />
</em>Pra quem não quiser conferir o encontro de blogs (heresia) esta é uma ótima opção. Fala aê, o Professor merece nosso prestígio, porque se não fosse ele talvez nem existisse RPGCON. Além do mais, toda palestra sobre Tolkien é fruto pra muita inspiração em nossas mesas de jogos.</p>
<p><em>11:00 ao 12:00 Sala de Atividades [1º andar]<br />
Oficina: Miniaturas de Papel<br />
Instrutor: Tiago Hackbart</em><br />
Para os jogadores de D&amp;D 4e as miniaturas são parte vital dos combates. Apesar de isto estar mudando, geralmente o acesso a elas é difícil e caro. O Prof. Alabarda vai nos ensinar como fazer nossas próprias miniatuas. Repetáculê!!!</p>
<p><em>14:00 às 16:00- Auditório<br />
Palestra das editoras</em><br />
<em>Palestrantes: Representantes das Editoras Devir, Jambô, Daemon e Panini (entre outras).<br />
</em>Porque é sempre bom saber o que vem por aê né não? Novdades para o segundo semestre e também pra 2011.</p>
<p><em>14:30 às 16:00 – Sala de Atividade (1º Andar)<br />
Os Lusíadas RPG: outro olhar sobre a obra<br />
Palestrante: Santiago Minetti</em><br />
<em> Descrição: O uso do sistema d20 para criar uma aventura baseada em Os Lusíadas, além de um jogo demonstrativo e debate sobre os resultados já obtidos em sala de aula.</em><br />
Apesar de não ser propriamente de 4e, uma palestra sobre este épico merece a atenção dos fãs de 4e, pois nós sabemos do potencial pras aventuras épicas do sistema, não? Desta palestras podem surgir campanhas inteiras!</p>
<p><em>A qualquer hora do dia &#8211; local não especificado<br />
Partidas de <a href="http://www.boardgamegeek.com/boardgameexpansion/13291/citadels-the-dark-city-expansion" target="_blank">Citadels</a> e <a href="http://www.boardgamegeek.com/boardgame/3955/bang" target="_blank">Bang!</a> com Rey Ooze e chegados.</em><br />
Não tem a ver com 4e mas tem a ver com este que vos escreve. Sempre que estivermos de bobeira iremos jogar algum joguinho massa. É só colar lá. Eu digo &#8220;iremos&#8221; porque Ooze que se preza anda em bando&#8230; não?</p>
<h3>DOMINGO</h3>
<p><em>9:30 ao 12:30 &#8211; Área de Jogos<br />
Aventura  Escama Maldita (Forgotten Realms 4e &#8211; </em><em>6 jogadores.</em><em>)<br />
DM &#8211; <a href="http://newtonrocha.wordpress.com/2010/06/29/jogue-com-o-tio-nitro-minhas-mesas-de-dd-4e-no-rpgcon-2010-brindes-para-os-jogadores-307-e-4-0930-1230/" target="_blank">Tio Nitro.</a></em><br />
Meu amigo, eu provavelmente nunca te pedi nada na vida &#8211; se você não é o Dan Ramos ou o Shingo ou o Rinaldo ou minha esposa (Epa!) &#8211; então te peço isso: CORRE. Essa mesa promete ser DO CA-CE-TE ! E você ainda pode ganhar brindes. E que brindes hein, tio Nitro? Tá nadando na bufunfa! &#8211; (Ctrl C+ Ctrl V #FTW)</p>
<p><em>12:30 às 14:00 – Auditório<br />
Palestra: &#8220;RPG e Literatura&#8221;<br />
Palestrantes: Eduardo Spohr e Raphael Draccon.<br />
</em>Que jogador de RPG nunca sonhou em ser escritor? Pois estes caras conseguiram e tem muito a nos falar sobre essa experiência, vale a pena pra toda e qualquer pessoa minimamente envolvida com RPG. Estarei lá!</p>
<p><em>14:00 às 15:30 – Auditório<br />
Palestra: Armadilhas e Tesouros para D&amp;D 4e<br />
Palestrantes: Daniel Anand e Davi Salles<br />
</em>Meus chapas,  Irmãos Rolando 20 em mais uma palestra fodaça sobre 4e. Essa é parada obrigatória, não dá pra perder MESMO.</p>
<p><em>17:00 às 18:00 – Auditório<br />
Mesa Redonda: Mesa de Vidro<br />
Participantes: Organizadores<br />
</em>Os organizadores do evento se reúnem com o público para discutir, de forma transparente, os erros e acertos da RPGCON 2010.<br />
Essa é a hora que a gente proclama que tudo o que possa ter saído de errado é culpa do Cobbi!</p>
<p><strong>Lembrete válido</strong>: O Rocha, do <a href="http://www.areacinza.org/" target="_blank">Área Cinza</a> estará na área de Fanzines vendendo (apenas 7 malacos) o número 1 do já tão aguardado <strong>Mamute</strong>. Vale Muito a pena conferir pois é uma produção independente realizada por RPGistas para RPGistas! Separa o meu ae, Rocha!</p>
<p>Nos vemos lá no Evento! Este ano promete ser sensacional!</p>
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		<title>Quartas de Quarta – Os Sete Vampiros do Rio D’Ouro: Lobo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4e]]></category>
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		<category><![CDATA[Medieval]]></category>
		<category><![CDATA[ParaMestres]]></category>
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		<description><![CDATA[And we&#8217;re back! Chegamos á metade da série Vampiros do Rio D&#8217;Ouro e decidi que hoje iremos falar sobre um divisor entre os sete irmãos viciados no mal. Um divisor de corpos e não de águas, eu quis dizer. Dos Sete o mais brutal é Afonso, o Vampiro Lobo. PRECISO dizer qual é o poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>And we&#8217;re back!<br />
Chegamos á metade da série Vampiros do Rio D&#8217;Ouro e decidi que hoje iremos falar sobre um divisor entre os sete irmãos viciados no mal. Um divisor de corpos e não de águas, eu quis dizer. Dos Sete o mais brutal é Afonso, o Vampiro Lobo. PRECISO dizer qual é o poder dele?<br />
Afonso assume a forma de um lobo negro atroz (Alguem aí lembra do Hispo?) e literalmente destroça tudo que cruza seu caminho.<br />
Seus objetivos quase nunca são muito claros, afinal Lobo age quase exclusivamente por instinto. As cenas dele nos dois romances (principalmente no segundo) é de se revirar o estômago, já que o Vianco descreve com detalhes o que sobrou da cabeça de um, do torso de outro, tripas, sangue ou seja, no RPG o DM é livre pra literalmente barbarizar.<br />
Pessoalmente acho que esta é a ficha mais brutal que já fiz pra D&amp;D 4e e nem poderia ser diferente. Lobo é um dos personagens mais brutais que já pisaram por estas paragens.</p>
<p>Situações e Ganchos para Enfrentar Lobo:</p>
<ul>
<li><strong>Espaços amplos que forneçam certa cobertura, como florestas: Lobo movimenta-se muito, isto requer muito espaço e ele consegue facilmente vencer a maioria dos obstáculos de terreno. Seus oponentes, não necessariamente.<br />
</strong></li>
<li><strong>Ambiente Escuros: Com sua visão no escuro e sua pelagem negra, este ambiente é ideal para emboscadas.<br />
</strong></li>
<li><strong>Ambientes Urbanos: Apesar de não ser seu ambiente ideal, Afonso costuma visitar cidades e se confrontado com heróis não hesitará em assumir sua forma e utilizar as construções como seu jogo de caça.<br />
</strong></li>
</ul>
<div id="attachment_1705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 320px"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/DD4E_LOBO.jpg"><img class="size-full wp-image-1705" title="DD4E_LOBO" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/DD4E_LOBO.jpg" alt="" width="310" height="608" /></a><p class="wp-caption-text">clique para ampliar</p></div>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/LOBO.pdf">LOBO.PDF</a></p>
<p>Até a Próxima!!</p>
<p><em>Nota: Não sei se alguém notou mas apenas Inverno tem descrita a habilidade de vampirizar outras criaturas. Segundo o autor, todos eles tem esta habilidade, porém nos romances &#8220;Os Sete&#8221; e &#8220;Sétimo&#8221; apenas dois deles o fazem (Que eu me lembre, me corrijam por favor). Assim, apenas os que o fizeram no livro terão a habilidade aqui descrita, mas vocês podem utilizar esta habilidade com todos os gajos apresentados fazendo com que eles repassem todo ou parte de seu poder á suas crias&#8230; e que o Senhor tenha piedade!</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto &#8220;Top Secret&#8221; da Devir.</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2010/06/09/projeto-top-secret-da-devir/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 20:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>

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		<description><![CDATA[A Devir começou uma espécie de Marketing viral envolvendo o que eles estão chamando de Projeto Top Secret. Eu achei que seria algo envolvendo D&#38;D&#8230; Depois pensei em Steampunk. Mas agora aposto minhas fichas em Call of Ctullhu. Dêem uma boa olhada no Hot Site e digam o que acham. Um detalhe que alguns de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Devir começou uma espécie de Marketing viral envolvendo o que eles estão chamando de <a href="http://www.devir.com.br/topsecret/index.php" target="_blank">Projeto Top Secret</a>.</p>
<p>Eu achei que seria algo envolvendo D&amp;D&#8230; Depois pensei em Steampunk. Mas agora aposto minhas fichas em Call of Ctullhu.</p>
<p>Dêem uma boa olhada no Hot Site e digam o que acham.</p>
<p>Um detalhe que alguns de vocês podem ter deixado passar batido, como apontou o D3, são as Frases escondidas. Como estão em forma de diário &#8211; com data uma entrada em texto &#8211; tudo aponta para o estilo investigativo de CoC.</p>
<p>Saca Só</p>
<div id="attachment_1702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/topsecret.jpg"><img class="size-full wp-image-1702" title="topsecret" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/topsecret.jpg" alt="" width="574" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para aumentar.</p></div>
<p style="text-align: left;">Ah, diz o Site da Devir que é proibido divulgar ou copiar qualquer coisa que vem dali. Então se eles perguntarem vocês neguem ok?</p>
<p style="text-align: left;">Ctullhu F&#8217;tagn</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quartas de Quarta – Os Sete Vampiros do Rio D’Ouro: Acordador.</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 20:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4e]]></category>
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		<category><![CDATA[Medieval]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um oponente vindo diretamente de Trás dos Montes, sim senhor! Desta vez trago Manuel, O Acordador. Na minha opinião, Manuel é o vampiro mais instigante de todos. Se é que cabe a comparação, Acordador é o Wolverine dos vampiros do D&#8217;Ouro. Baixinho, atarracado e na sempre na dele até que alguém pisa em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um oponente vindo diretamente de Trás dos Montes, sim senhor!</p>
<p>Desta vez trago Manuel, O Acordador.</p>
<p>Na minha opinião, Manuel é o vampiro mais instigante de todos. Se é que cabe a comparação, Acordador é o Wolverine dos vampiros do D&#8217;Ouro. Baixinho, atarracado e na sempre na dele até que alguém pisa em seu calo. Apesar de aparecer aqui como Controlador, Manoel não é completamente indefeso num combate corpo a corpo. Como todo bom Vampiro, ele é viciado no mal mas parece direcionar este mal apenas áqueles a quem o importuna diretamente ou fazem mal a um inocente.<br />
Em uma passagem do livro, Acordador chama uma garotinha de seu sono eterno e pede-a para ir se vingar de seu malfeitor. É tenso!<br />
Como vocês já notaram, o poder de Manuel é acordar os mortos e comandá-los. Ele faz isso através de sua voz e por isso fala sempre por sussurros evitando acordar os falecidos por onde quer que passe.</p>
<p>Situações e Ganchos para enfrentar o Acordador:</p>
<ul>
<li><strong>Cemitérios, logicamente. Seria o ideal para ele rodear-se de amigos e defensores.</strong></li>
<li><strong>Campos de Batalha. Geralmente estes locais exalam a morte e são permeados por guerreiros caídos.</strong></li>
<li><strong>Dungeon. Nada impede acordador de invocar um monstro recém derrotado pelos heróis.</strong></li>
</ul>
<p>Finalmente a Ficha do Maldito. Espero que gostem. (Ok, não espero que a Elisa goste.)</p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ACORDADOR.pdf">ACORDADOR.PDF</a></p>
<p>Valeu e até a Próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quartas de Quarta &#8211; Os Sete Vampiros do Rio D’Ouro: Tempestade.</title>
		<link>http://www.ooze.com.br/2010/05/19/quartas-de-quarta-os-sete-vampiros-do-rio-d%e2%80%99ourotempestade/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 19:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4e]]></category>
		<category><![CDATA[4e]]></category>
		<category><![CDATA[Medieval]]></category>
		<category><![CDATA[ParaMestres]]></category>
		<category><![CDATA[WoTC]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de continuar nossa série que tenta dar vida (não-vida) aos Vampiros Portugueses, aviso que decidi mudar o meio de publicação. Ao inves de fazer á mão a tabela em HTML, vou utilizar o Monster Generator e disponibilizar também em PDF. Isto significa que nem todos os termos estarão traduzidos. O que eu puder traduzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de continuar nossa série que tenta dar vida (não-vida) aos Vampiros Portugueses, aviso que decidi mudar o meio de publicação. Ao inves de fazer á mão a tabela em HTML, vou utilizar o Monster Generator e disponibilizar também em PDF.</p>
<p>Isto significa que nem todos os termos estarão traduzidos. O que eu puder traduzir á mão, eu o farei (como nas descrições dos poderes, por exemplo). Se vocês não tiverem acesso ao material em inglês e não souberem algum significado, é só perguntar.</p>
<p>Porém, o .pdf vai ajudar se voce quiser imprimir, ficará bem mais fácil e prático.</p>
<p>E além de tudo será um processo muito mais rápido para mim, que poderem me concentrar mais na criação e menos nos bugs de Html que eu mesmo causo e não sei consertar. (Nerd Noob é foda.)</p>
<p>Dito isto, fiquem com Baptista, o vampiro Tempestade.</p>
<p>Tempestade é aliado de Guilherme, o Inverno e subjuga-se a ele em quase todas as questões. Bastante falante e igualmente sádico, seus poderes climáticos envolvem, é  claro, a tempestade. Fortes chuvas, ventos cortantes, tornados, raios e trovões fazem parte de seu arsenal.</p>
<p>Como é de se esperar, um combate ao ar livre torna Tempestade &#8211; especialmente perigoso.</p>
<p>Adversidades e Obstáculos ao enfrentar Tempestade podem incluir:</p>
<ul>
<li><strong>Chuva torrencial e ventania concede ocultação a todos na área</strong>;</li>
<li><strong>Tufões e tornados podem puxar, empurrar e causar dano aos personagens</strong>;</li>
<li><strong>Descargas elétricas podem causar, aleatóreamente dano em área</strong>;</li>
<li><strong>Elementos do terreno podem ser arremessados ou incendiados</strong>.</li>
</ul>
<p>Esta é apenas uma pequena gama de sugestões para valorizar o conceito de um combate caótico causado por este demônio.<br />
Se você não percebeu ainda, os vampiros do Rio D&#8217;Ouro tem orígem demoníaca, vindos diretamente das profundas  e tendo seus poderes concedidos á dedo pelo próprio Chifrudo (e não to falando do @shingos).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Tempestade1.jpg"><img class="size-full wp-image-1686 aligncenter" title="System.Windows.Controls.DockPanel" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Tempestade1.jpg" alt="" width="530" height="750" /></a></p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Tempestade.pdf">Tempestade</a> em .pdf</p>
<p><a href="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Inverno.pdf">Inverno</a> em .pdf</p>
<p>Agradecimento mais que especial a Dan Ramos (<a href="http://www.twitter.com/danramos" target="_blank">@danramos</a>) por me ajudar com este novo modelo.</p>
<p>Até semana que vem!</p>
<p>p.s.: O próximo vampiro (que sai daqui a 2 semanas) vai deixar todo jogador acordado e todo DM  uivando de satisfação!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revista MAD &#8220;Homenageia&#8221; o RPG</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reyjr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[MAD fez parte da minha infância assim como A Espada Selvagem de Conan e a Playboy da Mara Maravilha. Eis que Rogério &#8220;Katabrok&#8221; Saladino me avisa que eles farão uma paródia com o RPG! Achei demais! Pedi um release pro editor Raphael Fernandes e o cara mandou na Moral. Gente boa até, joga RPG e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MAD fez parte da minha infância assim como A Espada Selvagem de Conan e a Playboy da Mara Maravilha.</p>
<p>Eis que Rogério &#8220;Katabrok&#8221; Saladino me avisa que eles farão uma paródia com o RPG!</p>
<p>Achei demais! Pedi um release pro editor Raphael Fernandes e o cara mandou na Moral. Gente boa até, joga RPG e tudo!</p>
<p>Vale a pena divulgar e dar boas risadas,  afinal quem levar a sério qualquer paródia da MAD precisa de um belo chute nos bagos.</p>
<p>Segue o release:</p>
<blockquote><p>MAD 26: A frescura de Eclipse contra o terror das Pulseirinhas do Sexo<br />
<a href="http://mad.blogtv.uol.com.br/2010/05/17/mad-26-a-frescura-de-eclipse-contra-o-terror-das-pulseirinhas-do-sexo"><img class="alignleft size-medium wp-image-1670" title="Mad26_1aCapa" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Mad26_1aCapa-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A  MAD 26 é uma edição polêmica que atinge na veia a estranha incoerência da  molecada de hoje em dia: gostar de vampiros delicados e sensíveis e, ao mesmo  tempo, usar (e abusar) das polêmicas pulseirinhas do sexo. Como sempre o desenho  da capa foi feito por Elias Silveira.</p>
<p>Por falar em criaturas das trevas  fofinhas, o cartunista Jackson aproveitou a deixa para responder a pergunta que  não quer calar: “Por que os Monstros Clássicos dão um Pai nos Monstros de  Hoje?”.</p>
<p>Já a humorista Denise Dambros e o cartunista Chico Félix se  juntaram para apresentar o “Guia MAD das Pulseirinhas do Sexo”. Uma tiração de  sarro com a estranha moda dos adolescentes que usam acessórios de plástico para  pular o xaveco e cair direto nos “finalmentes”.</p>
<p>O cartunista Raphael  Salimena mostra seu lado mais nerd com sua visão deturpada da realidade na  primeira parte do &#8220;Dossiê MAD do RPG&#8221;. A história mostra um grupo de RPG que  fica desmantelado com a saída de um dos jogadores (que cometeu o pecado de  começar a namorar) e decide contratar uma profissional do sexo para substituir o  amigo.</p>
<p>Também tem a estreia de Ricardo Tokumomo, do site Ryotiras, na  seção Humor a Conta-Gotas que apresenta tirinhas mostrando sua visão hilária e  estranha do mundo. Outro que debuta nesta edição é o premiado caricaturista e  cartunista Manohead, que mostra situações estranhas boladas por Fernando Borghi  em “Amigos de Verdade têm Todo o Direito de&#8230;”.</p>
<p>Os fãs de quadrinhos não  podem perder a criativa sátira do filme Homem de Ferro 2 que o cartunista  Guabiras bolou para esta edição sem nem ter visto o filme.</p>
<p>E mais:  Aragonés, a segunda parte de Strip Poker, Marcio Baraldi,  dobradinha, João Montanaro, Dossiê RPG, Amorim, Avatar, Spy vs. Spy e muito  mais.</p>
<p style="text-align: left;">Para saber mais, visite nosso site <a href="http://www.revistamad.com.br/" target="_blank">http://www.revistamad.com.br</a><a href="http://mad.blogtv.uol.com.br/2010/05/17/mad-26-a-frescura-de-eclipse-contra-o-terror-das-pulseirinhas-do-sexo"><img class="size-medium wp-image-1669  aligncenter" title="Mad26_pg37-39_Page_1" src="http://www.ooze.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Mad26_pg37-39_Page_1-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
</blockquote>
<p>Faz tempo que eu não compro a MAD mas esta eu não vou perder! Depois uso pra forrar a cama do cachorro.</p>
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