GTA 4 – Liberty City ou O maior jogo de videogame do mundo.
Eu nunca fui fã numero 1 da série GTA.
Sempre havia uma missão de perseguição com motos e eu travava ali. Aquelas pestes eram incontroláveis.
Aí então veio o GTA 4 pra PS3 e XBox 360. Vi alguns trailers e achei “bacaninha”. Decidi testar. Pra quê?
Pense aí num jogo completamente “aberto”, que simula a cidade de nova iorque de maneira fidelíssima (quem vê pensa que eu já fui pra lá) e cujo personagem principal te cativa num instante. Tá aí o GTA 4: A cidade é MUITO legal de ser explorada (principalmente porque agora você pega um helicóptero) e com personagens fabulosos, como o protagonista Niko Bellic (o bandido mais boa praça que eu conheço!) e o bombado Bruce, que sofre de Roid Rages vez por outra (“Niko, you’re an Animal, man! We’re Alphas!”). Adicione aí o fato de que a Rockstar deu um belo “fod*-se” para a censura e botou tudo quanto é tipo de palavrão no meio dos diálogos.
Vez em sempre você se sentirá no meio do filme “O Poderoso Chefão”, “Cães de Aluguel” ou do seriado “Sopranos”.
Dificult Class
Dentre os GTA’s, este me pareceu ser o mais fácil. As missões são desafiadoras e em algumas existe a opção sobre o rumo a tomar. Você poderá poupar a vida de alguém, ou executá-lo a sangue frio, fica a seu cargo. Mas claro que estas decisões terão repercursões futuras.
A polícia está sempre por perto e você não vai conseguir assaltar muitos pedestres sem chamar a atenção de um guarda. Porém a polícia é fácil de despistar até mesmo nos níveis mais altos. Basta tomar uma boa distância e mudar de veículo.
Sim, o jogo tá fácil e com 40 horas jogando apenas a história você chega ao final. Só que está bem mais divertido.
Say “what” again!
O melhor ponto do GTA 4, na minha opinião, são os diálogos. Sejam em “cut scenes” sejam “in game”, os diálogos são hiláriose dão margem á situações muito engraçadas, como você levar seu primo Roman no fast food e na saída ele alegremente dizer: “Primo, estou sentindo um novo queixo nascendo! Eu adoro fast-food!”. Levar os seus diferentes amigos para beber é outra ótima oportunidade para ouvir lamentações e arrancar segredos deles. Exatamente como na vida real, a bebida entra e a verdade sai!
O maior de sua aldeia!
Não fui eu quem disse que o GTA 4 é o maior game do mundo. Ele bateu todos os recordes de venda até agora e já existem revistas inteiras dedicadas á exploração do jogo.
Em extensão o jogo não é o maior de todos. Outros GTA’s e até mesmo Oblivion rivalizam com ele. Mas o conjunto de mini-games, missões paralelas, empregos e o fato de você ter que dar atenção aos amigos faz com que 100 horas de jogo pareçam pouco. Afinal, encontrar e eliminar 200 “flying rats” (pombos) e mais de 50 rampas para voar, leva um certo tempo. Não precisa dizer que esses “unlockables” ficam na maioria bem escondidos. E haja exploração.
Heaven and Hell
A trilha sonora, que é uma das marcas registradas de qualquer GTA é muito boa (até onde sei todas as músicas são originais). Não é absurdamente fantástica como já li por aí. Mas é legal, são inúmeras rádios e cada uma com seu estilo próprio. Quer ouvir rock? Tem uma rádio pra isso. Reggae? A família Marley domina a estação. Musica eletrônica? Talk Shows? Tem de tudo.
Destaque para “Heaven and Hell” do Black Sabbath e “Mamma” do Genesis.
O Ooze recomenda!
GTA é um jogo que enche o saco muito rápido se você “pegar só pra zuar”. Logo logo você destrói dezenas de carros mata centenas de pessoas e extravaza seu lado rebelde sem causa.
O GTA jogado seguindo as missões, tirando um tempinho para o vilipêndio e para os amigos é um jogo envolvente e que te deixará triste de ter chegado ao final. Não que o jogo termine ali, apenas não aparecem mais “missões com história” e você é livre pra curtir sua fossa (spoiler!!!!!) da forma como quiser.
Fica aí a dica de um jogaço!
E viva o sonho americano!
Niko já é um clássico dos games. Já virou até gente!




